Vírus suspendeu 6.000 shows por mês no país, estima Ecad
A suspensão de shows paralisou toda a cadeia de entretenimento
O Ecad (Escritório de Arrecadação e Distribuição de direitos autorais) calcula que, desde março, quando explodiu a pandemia de coronavírus no Brasil, ao menos 6.000 eventos musicais ou com música mecânica "desapareceram" a cada mês.
Lembrando que esses são apenas os shows legalizados e registrados, que recolheriam as porcentagens referentes a direitos autorais e de execução. Há uma infinidade de shows "clandestinos" no país.
A suspensão de shows paralisou toda a cadeia de entretenimento. De estrelas como Ivete Sangalo e Claudia Leitte, a shows de intérpretes e de bandas "cover" em bares, restaurantes e boates.
Por causa disso o órgão está anunciando um grande plano de desconto no pagamento de direitos autorais, por empresários e empresas, que vai durar ao menos até o final de 2021.
É a segunda ação de grande impacto do órgão no sentido de minimizar as agruras dos artistas e compositores diante da pandemia no país e da consequente queda de arrecadação nos últimos meses.
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