Luísa Sonza sobre machismo: “Não tem sentido julgar o livro pela capa”
Perfeitamente Imperfeita, novo programa do Free Free, terá a participação da cantora, que costuma se posicionar contra o machismo
Com Luísa Sonza – uma das artistas mais ouvidas do país com uma legião de mais de 20 milhões de fãs – o Free Free, plataforma multidisciplinar e Instituto que atua por um mundo onde meninas e mulheres possam alcançar a liberdade física, saúde emocional e a independência financeira, lança “Perfeitamente Imperfeita” neste 27 de abril.
Luísa aborda sobre como o intelecto da mulher é julgada negativamente pela forma como ela se veste, pela roupa que escolhe ou pelo estilo de música que escuta. Ao expor essa realidade, a cantora se posiciona a favor do rompimento destes estereótipos. “Não vejo fundamento em julgar o livro pela capa, mas infelizmente existem muitas pessoas que fazem isso. Dependendo de como a mulher se veste ou do tipo de música que canta, escuta, dança, é colocada como mais inteligente ou menos inteligente, mais capacitada para algo ou não. Esse é um pensamento terrível, péssimo, de cunho extremamente machista e que eu gostaria que acabasse agora”, afirma a cantora.
O programa vai ao ar sempre às terças-feiras e convida artistas, influenciadoras, empresárias, líderes e mães a exporem suas vulnerabilidades e os preconceitos já sofridos. O objetivo é quebrar os estereótipos impostos às mulheres e garantir que todas tenham a liberdade para serem quem elas quiserem, sem precisar se enquadrar em um papel atribuído pela sociedade.
Para Yasmine McDougall Sterea, CEO e fundadora do Free Free, o projeto é uma ferramenta importante para dar voz às mulheres na quebra de estereótipos e desconstrução do mito da mulher perfeita. “A mulher deve ser exatamente como ela quiser ser. Não existe uma caixinha de mulher perfeita. Não existe “isso não é coisa de mulher”. Há inúmeros padrões que ainda são impostos para que a mulher seja “aceita” na sociedade. Precisamos quebrar todos eles para que as mulheres sintam menos vergonha, culpa ou medo e, dessa forma, evitar tantos abusos. Faz parte da luta da Luísa Sonza, e de tantas outras que querem ser quem são sem julgamentos. ”, afirma a CEO.
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