Bandeiras do arco-íris não serão aceitas na Copa do Mundo no Catar
País tem legislação contra pessoas LGBTQIA+
Um líder de segurança da Copa do Mundo no Catar afirmou que as bandeiras do arco-íris podem ser retiradas dos torcedores visando protegê-los de serem atacados por promover os direitos dos homossexuais.
O major-general Abdulaziz Abdullah Al Ansari insistiu que os casais LGBTQ seriam bem-vindos e aceitos no Catar para o torneio, apesar das relações entre pessoas do mesmo sexo permanecerem criminalizadas no país conservador do Golfo.
Mas Al Ansari é contra a promoção aberta das liberdades LGBTQ, simbolizadas pela bandeira do arco-íris que os organizadores da FIFA e da Copa do Mundo disseram anteriormente que seria bem-vinda nos oito estádios do Catar.
"Se ele (um fã) levantar a bandeira do arco-íris e eu a pegar dele, não é porque eu realmente quero, realmente, para insultá-lo, mas para protegê-lo", disse Al Ansari.
Al Ansari é diretor do Departamento de Cooperação Internacional e presidente do Comitê Nacional de Contraterrorismo do Ministério do Interior, onde discutiu por uma hora o planejamento da Copa do Mundo.
"Você quer demonstrar sua visão sobre a situação (LGBTQ), faça isso em uma sociedade onde ela será aceita", completou.
O major-general Abdulaziz Abdullah Al Ansari insistiu que os casais LGBTQ seriam bem-vindos e aceitos, apesar das relações entre pessoas do mesmo sexo permanecerem criminalizadas no país do Golfo.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, disse esta semana em Doha que 'todos verão que todos são bem-vindos aqui no Catar, mesmo que falemos de LGBTQ'.
Al Ansari disse que não está dizendo aos fãs do LBGTQ para ficarem longe do Catar ou avisando-os de serem processados.
"Reservem o quarto juntos, durmam juntos - isso é algo que não é da nossa conta", disse ele.
A diretora de responsabilidade social e educação da FIFA, Joyce Cook, disse em 2020 que 'bandeiras arco-íris, camisetas serão bem-vindas no estádio - isso é um fato. Eles entendem muito bem que essa é a nossa postura.'
O presidente-executivo da Copa do Mundo, Nasser Al-Khater, também disse que 'respeitaremos' as diretrizes da FIFA sobre permitir bandeiras do arco-íris.
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