Fluminense sente cansaço, mas mantém sequência com 'sorte' e bom desempenho defensivo
Tricolor carioca saiu na frente no confronto
Sorte de campeão? O Fluminense não teve uma grande noite no Castelão, mas venceu o Fortaleza por 1 a 0 no confronto de ida das quartas de final da Copa do Brasil. São 11 jogos de invencibilidade para o time de Fernando Diniz, que aprendeu a não jogar bem (quando acontece) e mesmo assim sair vitorioso nessa versão 2.0 do treinador. Em uma maratona de partidas, o cansaço, que já vinha aparecendo, pesou mais do que nunca.
Não é a primeira vez que a atuação é ruim, mas o resultado não. Diferentemente do que acontecia com Diniz na primeira passagem pelo Flu, agora parece que o time aprendeu a "saber sofrer". Até marcar o gol, o Flu foi bem. Dominou as ações, tentou se arriscar e Nonato teve que balançar a rede duas vezes até o segundo lance valer em um verdadeiro golaço. Mas depois disso tudo mudou. O ritmo diminuiu e a segunda etapa foi a consolidação somente do sistema defensivo.
Nino, um dos destaques, mostrou a importância para a equipe em mais uma boa atuação. Fábio também foi bem quando exigido e voltou a fazer uma partida sem sofrer gols depois de uma sequência de três confrontos sendo vazado. Samuel Xavier novamente teve bons momentos, mantendo crescente a curva de atuações.
Mas o cansaço começa a ser evidente e os dias livres nas duas próximas semanas chegam na hora certa para o elenco. Nem mesmo os reservas tem conseguido manter o nível quando são acionados. Depois do duelo contra o Santos na segunda-feira, o Fluminense só entra em campo de novo no domingo, contra o Cuiabá, em casa. Uma semana depois, encara o Internacional em Porto Alegre, antes do duelo de volta com o Fortaleza em 17 de agosto.
Para ser campeão não basta apresentar um bom futebol, tem que ganhar mesmo quando a atuação é ruim. O Fluminense de 11 partidas sem perder, sendo nove vitórias nesse período, mostra que a eficiência está em dia. O Tricolor volta a entrar em campo na segunda-feira contra o Santos, na Vila Belmiro, às 20h, pelo Brasileirão.
- Minha lógica não vai apenas pelo dado fisiológico e quantidade de jogos. Vai também dos jogadores, de como se percebem nos jogos. Tem jogador que consegue atuar a temporada toda e aguenta. Temos que analisar, o jogador diz muito. O jogador diz uma coisa, o calendário outra. Não tem receita. Costumeiramente repito times e pontualmente troco. Se achar que precisa poupar alguém ou o time todo, iremos. É uma possibilidade, mas não uma receita - afirmou Diniz sobre poupar jogadores.
Últimas notícias
Justiça italiana autoriza extradição de ex-deputada Carla Zambelli
Esquilos são flagrados “fumando” vapes em parque e cena viraliza
Saiba quais trechos de rodovias estaduais foram federalizados em Alagoas
Thais Carla “estranha” mudança no corpo após emagrecer 90 kg
Real Madrid operou Mbappé errado? Entenda meme que viralizou nas redes
Filiação de Gaspar ao PL confirma plano vazado em anotações de Flávio Bolsonaro
Vídeos e noticias mais lidas
Mistério em Arapiraca: saiba quem era o empresário morto a tiros em condomínio
Carlinhos Maia é condenado a pagar R$ 200 mil por piada sobre má-formação óssea
Cunhado de vereador é encontrado morto a tiros dentro de condomínio em Arapiraca
Subcomandante de unidade da PM de AL é denunciado por agredir a esposa, também policial militar
