Em discussão por poltrona, militar diz ter bomba em mochila e causa pânico em voo da TAM
Um passageiro de um voo da TAM afirmou que estaria com uma bomba dentro da bagagem minutos antes da decolagem. A aeronave sairia do Recife com destino a Brasília, às 14h50 desta quarta-feira. A Polícia Federal (PF) foi chamada a bordo do avião para investigar a existência do suposto explosivo.
De acordo com a PF, através da Delegacia de Imigração do Aeroporto Internacional do Recife, não existia bomba a bordo da aeronave. O que aconteceu foi uma discusão entre passageiros por causa de uma poltrona. Durante o tumulto, um soldado da Polícia Militar de Manaus, natural de Tuparetama, no Sertão de Pernambuco, de 29 anos, disse que tinha uma bomba em sua mochila. A polícia foi chamada.
Investigado pela polícia, o militar logo confirmou que "tudo não passou de uma brincadeira". Mesmo assim, as bagagens dele e de todos os outros passageiros foram revistadas. Após o procedimento de segurança, a aeronave partiu para Brasília às 17h.
O policial foi detido e autuado através de um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) pela prática contida artigo 41 da Lei das Contravenções Penais por provocar alarme anunciando perigo existente capaz de produzir pânico ou tumulto a bordo de aeronave. As penas variam de 15 a seis meses de detenção.
Ainda segundo a PF, após os procedimentos, o policial será liberado e responderá em liberdade. O nome dele não foi divulgado.
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