[Vídeo] Torcedores do Criciúma provocam Chapecoense: 'Abastece o avião'
Torcedores de Criciúma e Chapecoense trocaram provocações nas arquibancadas do Estádio Heriberto Hülse após o jogo deste domingo entre as duas equipes. A repercussão, porém, não foi das melhores nas redes sociais.
Jogando pela nona rodada do segundo turno do Campeonato Catarinense, o Criciúma venceu a Chapecoense por 1 a 0, graças ao gol de Adalgiso Pitbull aos 36 min do primeiro tempo. Os visitantes, porém, apenas cumpriam tabela, já que haviam conquistado por antecipação o título do turno – e, consequentemente, a vaga para as finais do Catarinense 2017.
Após o resultado, a torcida da Chapecoense comemorou com gritos de "ão, ão, ão, segunda divisão", em referência à presença do Criciúma na Série B do Campeonato Brasileiro. A torcida do time da casa então devolveu: "ão, ão, ão, abastece o avião".
Desta vez, a música fazia referência clara ao desastre aéreo com a delegação da Chapecoense na madrugada de 29 de novembro. Na ocasião, o time viajava para a Colômbia para a disputa das finais da Copa Sul-Americana 2016 contra o Atlético Nacional; no entanto, o avião do time sofreu uma pane seca e caiu nos arredores de Medellín (Colômbia), matando 71 pessoas.
Últimas notícias
Ministério Público e Defensoria denunciam irregularidades e pedem nova decisão judicial sobre abrigo em Maceió
Cabo Bebeto critica gestão do Brasil após país repetir segunda pior nota em índice de corrupção
Polícia Civil investiga denúncia de estupro contra cadela no Pilar
Prefeito Daniel Vasconcelos realiza último alinhamento para o Carnaval da Gente em Maragogi
Mulher de 44 anos é atropelada em Santana do Ipanema e encaminhada ao hospital
Alckmin explica posição do governo contrária a quebra de patentes
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
