Dívida pública tem redução de 0,87% e atinge R$ 3,528 trilhões
Diminuição ocorreu por conta do resgate líquido de R$ 52,50 bilhões, e da apropriação positiva de juros de R$ 21,76 bilhões.
A Dívida Pública Federal (DPF) – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – teve redução de 0,87%, passando de R$ 3,559 trilhões, em dezembro, para R$ 3,528 trilhões em janeiro, segundo informou hoje (26), em Brasília, a Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda.
Essa redução da dívida, de acordo com o Tesouro, ocorreu por conta do resgate líquido de R$ 52,50 bilhões, e da apropriação positiva de juros de R$ 21,76 bilhões.
A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) - que é a parte da dívida pública que pode ser paga em reais - teve o estoque reduzido em 0,87%, passando de R$ 3,435 trilhões para R$ 3,405 trilhões, devido ao resgate líquido de R$ 55,53 bilhões, compensado, em parte, pela apropriação positiva de juros, no valor de R$ 25,74 bilhões. A DPMFi fechou janeiro representando 96,52% do total da Dívida Pública Federal.
O estoque da Dívida Pública Federal Externa (DPFe), captada do mercado internacional, teve redução de 0,76% em relação a dezembro, encerrando o mês em R$ 122,85 bilhões (US$ 38,85 bilhões). Por sua vez, a DPFe atingiu a marca de 3,48% do total da DPF.
Oferta de títulos públicos em leilões pela internet
A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta.
Além disso, pode ocorrer assinatura de contratos de empréstimo para o Tesouro, tomado de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. Já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.
Em janeiro, os maiores detentores da dívida pública eram os Fundos de Investimento, com 27,28% da dívida. O grupo aumentou o estoque entre dezembro e janeiro em R$ 64,23 bilhões, totalizando R$ 929,15 bilhões em janeiro.
O grupo ultrapassou os Fundos de Previdência, que tiveram uma variação negativa no estoque, passando de R$ 874,56 bilhões para R$ 850,54 bilhões. Com isso, a participação relativa desses fundos diminuiu para 24,98%, colocando o grupo em segundo lugar.
Em seguida, estão as instituições financeiras com 21,29%, grupo que também reduziu o estoque, indo de R$ 766,96 bilhões para R$ 725,05 bilhões. Os investidores estrangeiros concentraram 12,41% da dívida; o governo, 4,47%; as seguradoras, 3,90%; e outros, 5,66%.
Últimas notícias
Empresário morre após acidente na área da piscina de casa em Palmeira dos Índios
II Feira do Empreendedor destaca talentos, inovação e protagonismo estudantil em Limoeiro de Anadia
Capoeirista de Feira Grande é selecionado em edital do Governo de AL
Renato Filho quer levar modelo da Casa da Mulher do Pilar para outras regiões de Alagoas
Vítima de homicídio no Jacintinho é ex-presidiário acusado de matar quatro pessoas
Justiça manda JHC retirar publicação por discurso de ódio contra Renan Filho
Vídeos e noticias mais lidas
Comandante da PM emociona em homenagem a coronel que morreu após mal súbito
Cliente denuncia demora na entrega de carro após pagar quase R$ 110 mil
Jovem de 24 anos é baleado na mão e suspeitos fogem em São Sebastião
ASA vence Goiatuba nos pênaltis e garante acesso á Série C
