Vereadores irão procurar MPE para cobrar cumprimento de leis
Leis aprovadas pela Casa estariam sendo descumpridas por bancos e empresas de ônibus
Foi preciso sentir na pele, para que os vereadores da Câmara de Maceió abrissem uma discussão sobre o cumprimento de leis criadas pelo Legislativo da capital. Samyr Malta (PSDC) relatou durante sessão desta quarta-feira (23) que passou mais do que o tempo estipulado por lei em uma fila dentro de uma agência da Caixa Econômica Federal.
A Lei da Fila do Banco, como ficou conhecida, foi aprovada em 2006, e regulamenta o tempo máximo de 30 minutos para que consumidores aguardem em filas de bancos. “Nós temos uma lei que não é cumprida, como muitas outras”, comentou o vereador.
O assunto gerou polêmica com a vereadora Silvania Barbosa (PRB) que pediu aos colegas que formassem uma comissão com o objetivo de ir ao Ministério Público Estadual (MPE) e cobrar fiscalização. “Para político e vereador tudo acontece, mas com as empresas não”.
Ela lembrou que outras leis não são cumpridas. “As catracas altas ainda não foram retiradas dos coletivos, e nem as propagandas. Parece que nossas leis são fictícias”, frisou.
Silvânio Barbosa (PMDB) ainda foi além. “Não podemos deixar que esta Casa seja desmoralizada por A ou B. O Ministério Público precisa ser provocado”.
Últimas notícias
Presidente do STF suspende retirada dos 158 estudantes da Uncisal
Adolescente é detido suspeito de participar de atentado com granada em AL
Dupla é presa com maconha e cocaína dentro do carro no Bom Parto, em Maceió
Ex-presidiário é preso com veículo irregular no bairro Cidade Universitária
Homem invade casa da ex, quebra TV, leva filha à força e preso em Feira Grande
Homem é executado a tiros dentro de casa na zona rural de Joaquim Gomes
Vídeos e noticias mais lidas
Merendeira é homenageada por equipe de escola em despedida
Ajustes no texto adiam votação da MP que acaba com a chamada taxa das blusinhas
Confira o que abre e fecha em Alagoas no feriado desta quarta-feira (16)
Severino Pessoa anuncia a liberação de R$ 2,8 milhões para a saúde de Batalha
