PC afirma que policial morto a tiros em Maceió não reagiu a assalto
O caso foi em maio de 2018, no bairro do Salvador Lyra
A Polícia Civil esclareceu na manhã desta terça-feira (16) o caso do policial Aloísio Barbosa de Lima, morto em maio deste ano, no conjunto Salvador Lyra, durante um assalto.
As informações foram apresentadas durante uma coletiva na sede da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Chã de Bebedouro, sobre o caso Davi Trindade.
De acordo com a PC, a tese de latrocínio – roubo seguido de morte – foi descartada. Segundo a delegada Rosimeire Vieira, os suspeitos de terem assassinado o policial, disseram que foi uma “coincidência” e que só descobriram que Aloísio Barbosa era policial quando ele já estava morto.
Na ação criminosa, a vítima ficou esperando o término do assalto com sua arma escondida, presa às costas. Porém, os suspeitos o revistaram e o identificaram como policial e, por esta razão, o executaram.
Os suspeitos, integravam uma quadrilha, um deles, Ítalo Rafael dos Santos Lima, acusado de ter efetuado os disparos que matou o policial, ainda se encontra foragido e outro identificado como José Anderson, morreu durante um confronto com a polícia. Estão presos: Fred Luiz da Silva, conhecido como "Da erva", José Cícero de Lima e Edson dos Santos Alves.
A Polícia Civil conseguiu chegar até os suspeitos por causa dos celulares roubados, que ainda continham os chips das vítimas.
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