Polícia Militar reforça efetivo para o 2º turno das eleições
Nas regiões de zona da mata, agreste e sertão serão empregados 2.735 policiais militares
A Polícia Militar de Alagoas (PMAL) estará reforçando o policiamento durante o segundo turno das eleições 2018, no próximo domingo (28). Com o envio de efetivo para os municípios do interior do Estado no período eleitoral, o embarque será realizado no próximo sábado (27) saindo do Quartel do Comando Geral (QCG), no Centro.
Na manhã de quarta-feira (24), o comandante-geral, coronel Marcos Sampaio, juntamente com os comandantes de Policiamento da Capital (CPC) coronel Neyvaldo Amorim, e Policiamento do Interior (CPI) coronel Adroaldo Goulart, apresentou o planejamento estratégico para a disposição da tropa no domingo, dia 28.
“Teremos a presença maciça da polícia em todos os locais de votação de Alagoas para garantir ao eleitor uma votação tranquila e segura. Em alguns municípios teremos o apoio das guardas municipais e do corpo de bombeiros” explicou o coronel Sampaio.
A operação será desmembrada de acordo com os dois grandes comandos da PM: CPC e CPI.
Comando de Policiamento da Capital
O primeiro, que abrange além da capital alagoana, mais 10 municípios inseridos na área do Comando do Policiamento da Capital (CPC), irá empregar diretamente para a segurança dos eleitores um efetivo de 1.596 policiais militares que contarão com o reforço de 200 militares do Corpo de Bombeiros.
Nas escolas de Maceió, alunos do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) irão incrementar o policiamento e serão empregados na guarda de urnas.
Comando de Policiamento do Interior
Já no interior do estado, o Comando do Policiamento do Interior (CPI), a fim de facilitar a cadeia de comando e o nível de tomada de decisões, dividiu o policiamento em três regiões – zona da mata, agreste e sertão – através dos comandos de policiamento de área. No total serão empregados 2.735 policiais militares.
Os municípios do interior do estado irão mais que dobrar seu efetivo regular, e o Bope permanecerá de prontidão com bases montadas não só na capital, mas também no interior, caso seja necessário seu pronto emprego numa situação emergencial e possíveis manifestações de grupos organizados.
“Trata-se de um momento de cidadania e é natural que as pessoas se manifestem entre grupos pequenos de amigos ou pessoas que se desloquem com a mesma bandeira. Mas não há nenhuma preparação de movimentos grandes, até porque se enquadraria em crime eleitoral e as pessoas não se proporiam a ser responsabilizadas por isso”, ressaltou o comandante-geral.
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