Apenas um estado do país será comandado por uma mulher
Fátima Bezerra (PT) foi eleita governadora do Rio Grande do Norte. No total, 30 mulheres se candidataram para o cargo de governador nas eleições deste ano.
Entre as 27 unidades da federação, apenas o Rio Grande do Norte terá uma mulher como governadora a partir do ano que vem. Fátima Bezerra, do PT, ganhou de Carlos Eduardo, do PDT, no segundo turno das eleições deste ano, realizado neste domingo (28).
No total, 30 mulheres se candidataram para o cargo de governador. Entre as 27 unidades da federação, 8 não tiveram nenhuma candidata: Alagoas, Amapá, Ceará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio Grande do Sul e Rondônia. Os estados com mais mulheres candidatas foram Pernambuco e Piauí, com 3 cada um.
Com a vitória de Fátima Bezerra, as eleições de 2018 terminaram com o mesmo nível de representatividade para o governo de estado que o pleito de 2014. Há quatro anos, apenas uma mulher foi eleita para o cargo de governador: Suely Campos (PP), em Roraima.
Entre 1993 e 2010, o Brasil teve pelo menos uma mulher eleita em algum estado. O ano com mais eleitas foi 2006, com Yeda Crusius (PSDB) no Rio Grande do Sul, Ana Júlia (PT) no Pará e Wilma de Faria (PSB) no Rio Grande do Norte.
Entre as 27 unidades da federação, apenas o Rio Grande do Norte terá uma mulher como governadora a partir do ano que vem. Fátima Bezerra, do PT, ganhou de Carlos Eduardo, do PDT, no segundo turno das eleições deste ano, realizado neste domingo (28).
No total, 30 mulheres se candidataram para o cargo de governador. Entre as 27 unidades da federação, 8 não tiveram nenhuma candidata: Alagoas, Amapá, Ceará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio Grande do Sul e Rondônia. Os estados com mais mulheres candidatas foram Pernambuco e Piauí, com 3 cada um.
Com a vitória de Fátima Bezerra, as eleições de 2018 terminaram com o mesmo nível de representatividade para o governo de estado que o pleito de 2014. Há quatro anos, apenas uma mulher foi eleita para o cargo de governador: Suely Campos (PP), em Roraima.
Entre 1993 e 2010, o Brasil teve pelo menos uma mulher eleita em algum estado. O ano com mais eleitas foi 2006, com Yeda Crusius (PSDB) no Rio Grande do Sul, Ana Júlia (PT) no Pará e Wilma de Faria (PSB) no Rio Grande do Norte.
Já na Câmara, houve um aumento de 51% no número de mulheres eleitas em relação a 2014. O número passou de 51 para 77 deputadas neste ano. Isso quer dizer que a nova Câmara vai ter 15% de mulheres na sua composição.
Considerando os deputados estaduais, as mulheres são 15% dos eleitos. Foram 161 deputadas, um aumento de 35% em relação a 2014.
Desproporção
Mesmo com a melhora na representatividade feminina no legislativo, a proporção de mulheres na política de uma forma geral segue abaixo do encontrado na população brasileira. No país, a cada 10 pessoas, 5 são do sexo feminino.
Desde 1997, a lei eleitoral brasileira exige que os partidos e as coligações respeitem a cota mínima de 30% de mulheres na lista de candidatos para a Câmara dos Deputados, a Câmara Legislativa, as Assembleias Legislativas e as Câmaras municipais. Mesmo assim, um levantamento do G1 apontou que diversos partidos e coligações precisaram ser notificados para cumprir a cota.
Além da cota de números de candidatos, nas eleições de 2018 as mulheres também tiveram uma cota financeira. Em maio deste ano, o TSE decidiu que os partidos devem repassar 30% dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para as candidaturas femininas.
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