Após assembleia, jornalistas alagoanos decidem manter greve
Paralisação foi decidida após categoria rejeitar corte de 40% no piso salarial
Após a audiência mediada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT/AL), nessa quinta-feira (27), o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Alagoas (Sindjornal) se reuniu em assembleia com jornalistas para apresentar as propostas dos empresários. Após deliberações, a categoria decidiu pela continuidade da greve, que entra no quarto dia, nesta sexta-feira (28).
Para os jornalistas, a proposta de criação de três níveis salariais, que só seria apresentada pelas empresas após 30 dias de "estudo de viabilidade", e a estabilidade de seis meses para os trabalhadores grevistas, representa uma ameaça de demissão coletiva. "A categoria entendeu que aceitar essa porposta é aceitar um aviso prévio de seis meses, além de não ficar clara a posição das empresas sobre uma das principais reivindicações da categoria, que é evitar qualquer tipo de redução salarial", afirmou Isaías Barbosa.
A categoria está em greve desde a última terça-feira (25), realizando protestos em frente as três empresas. Ontem, os profissionais concentraram o ato, com apresentações artísticas, na porta da TV Ponta Verde e na manhã de hoje o grupo se concentra em frente à TV Pajuçara, que anunciou durante a audiência de mediação do MPT/AL a intenção de encerrar um dos telejornais da emissora, o que coloca em risco pelo menos 12 profissionais.
O protesto dos jornalistas teve início após as empresas se negarem a desistir de uma redução de 40% do piso salarial da categoria.
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