Privatização da Casal volta a ser discutida por deputados estaduais
Cibele Moura reclamou do preço cobrado para troca de hidrômetro
A deputada Cibele Moura (PSDB) voltou a criticar a atuação da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) e defender a privatização da companhia, nesta quinta-feira (03), durante sessão na Assembleia Legislativa do Estado.
Ela disse que recebeu diversas denúncias sobre a cobrança de R$ 1 mil a população na troca de hidrômetro no município de Paripueira, Região Metropolitana de Maceió.
Cibele Moura contou que, no início do ano, a cidade sofreu com falta de água por meses e reclamou da qualidade do serviço ofertado pela companhia.
“Nós vamos procurar o Procon. É por essas e outras que queremos a privatização da Casal”, disse.
Davi Maia (DEM) também ressaltou a necessidade da privatização da Companhia de Saneamento.
“A Casal não tem função social; ser a quarta tarifa mais cara do Brasil não é função social. Ela acabou com o Turismo e a Saúde alagoana”, afirmou.
Leia nota da CASAL sobre a cobrança de tarifa do Hidrômetro:
A Casal não cobra pelo hidrômetro novo. Se o hidrômetro estiver gasto e danificado pela ação do tempo mesmo, ele será substituído sem nenhum custo para o cliente. Por outro lado, e o equipamento foi violado ou danificado propositalmente com o objetivo de fraudar o consumo de água, a Companhia faz a substituição por um novo e aplica multa ao usuário. Portanto, não é cobrança pelo hidrômetro novo, é multa pelo cometimento da fraude. Se o hidrômetro não estiver no local, o cliente precisa apresentar um BO para comprovar que ele foi furtado, e nesse caso não haverá aplicação de multa. Se não apresentar o BO, a Casal aplica multa pelo desaparecimento do equipamento. Os valores das multas para determinados tipos de fraudes constam no site da Casal, na tabela de nome “Multa por Infração”. Quanto maior a vazão desse hidrômetro, a multa é mais alta.
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