Pinheiro: Comissão Externa convoca Braskem e CPRM para esclarecimentos
Primeira audiência pública acontecerá no dia 29 deste mês
O Deputado Federal JHC (PSB/AL), abriu oficialmente os trabalhos da Comissão Externa do Pinheiro, da qual é o proponente e coordenador e anunciou, já para o próximo dia 29 de outubro, a realização da Primeira Audiência Pública, que se dará com Fernando Musa, Presidente da Empresa Braskem e Fernando Vidigal, Presidente da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais – CPRM.
O relator da comissão, deputado federal Marx Beltrão (PSD), detalhou o plano de trabalho dos parlamentares, bem como os objetivos e aspectos a serem analisados pela comissão, que se destina a realizar o acompanhamento dos danos causados pelo afundamento do solo nos bairros Pinheiro, Bebedouro, Mutange e Bom Parto, em Maceió.
De acordo com JHC, a comissão irá tratar, com os órgãos, a sociedade e às instituições, no sentido de obter respostas e ações efetivas relacionadas à situação dos moradores dos bairros afetados.
Tendo pressa e preocupação com o tema, a comissão deliberou e aprovou, já na primeira reunião, sete requerimentos, dos deputados Nivaldo Albuquerque, Tereza Nelma, JHC e Marx Beltrão, de convocação e realização de audiências públicas com os entes envolvidos.
Veja também
Últimas notícias
Flávio Bolsonaro diz que Zema seria “um grande vice” e afaga Tarcísio
Operação Retomada prende quatro suspeitos e apreende armas em Matriz de Camaragibe
Presidente Chico Filho determina recadastro geral de servidores efetivos e comissionados na Câmara Municipal
Lula visitará Recife, Salvador e Rio de Janeiro no Carnaval
Furto volta a afetar abastecimento de água em Riacho Doce, em Maceió
Caminhão que transportava combustível tomba na AL-220, em Jaramataia
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
