Militar pode está envolvido em quatro casos de abuso sexual de menores
Delegacia de Crimes Contra Crianças e Adolescentes já entrou no caso
A Delegacia de Crimes Contra Crianças e Adolescentes (DCCCA) aguarda o resultado de exames para começar as investigações de mais quatro abusos sexuais envolvendo o policial militar Josevildo Valentim dos Santos Júnior. A situação desta vez envolve quatro menores de idades.
As vítimas se encaminharam para a Delegacia de Marechal Deodoro, e nesta quinta-feira (07) foram encaminhados os boletins de ocorrência para a delegacia especializada na capital.
Alan Barbosa, chefe de operações da DCCCA, informou que aguarda o resultado dos exames de laboratório para ter a comprovação ou não da autoria do militar e somente após isso, as supostas vítimas serão chamadas para depor.
Josevildo Valentim dos Santos Júnior foi preso no mês passado por estuprar e matar a jovem Aparecida Rodrigues Pereira, de 18 anos, no bairro do Pontal. Seu namorado acabou sendo baleado, sobreviveu e reconheceu o militar.
Outros cinco abusos sexuais foram comprovados como sendo de autoria de Josevildo. Além de Marechal Deodoro e Maceió, outro caso está sob a investigação da delegacia de Rio Largo.
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
