Ufal participa de memorial virtual que busca humanizar a trajetória das vítimas de Covid-19 no Brasil
A plataforma homenageia e apresenta pessoas por trás de números, dados e estáticas
Em Alagoas, jornalistas e estudantes de comunicação da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), deram início a um projeto que busca homenagear, memórias e características das vítimas fatais do coronavírus no Brasil.
Pais, filhos, avós, amigos. Nomes e histórias. As vítimas serão relembradas no memorial Inumeráveis, que reúne textos e relatos de amigos e familiares das vítimas por Covid-19.
A plataforma nacional, criada no final de abril pelo artista Edson Pavoni, homenageia e apresenta as pessoas por trás dos dados, números e estatísticas, pois como apresentado no memorial, não há quem goste de ser número, gente merece existir em prosa.
O espaço é dedicado à história das vítimas e busca humanizar e celebrar a trajetória destas pessoas de forma sensível e pessoal.
O projeto é composto por jornalistas, estudantes de comunicação, escritores e familiares de todo o País podem contribuir com a construção desta iniciativa reportando histórias e prestando homenagens às vítimas.
Em Alagoas, a professora do curso de Comunicação Social (COS) da Universidade Federal de Alagoas Mércia Pimentel está coordenando um projeto de extensão para estimular e selecionar graduandos de comunicação a escreverem para o memorial.
“Nós estamos acompanhando os boletins que são emitidos pelo governo do Estado. Mas a nossa proposta é ir além disso, partimos do entendimento de que as pessoas não são números, por isso essa rede de jornalistas e estudantes da área está escrevendo textos-tributo a partir dos relatos das famílias para que possamos contar as histórias dos alagoanos que se foram em virtude da doença” explica.
Com o intuito de não ficar preso as estatísticas, ter empatia pelas vidas e honrar memórias, Mércia Pimentel solicita aos parentes, amigos ou interessados em colaborar que entrem em contato com o email [email protected] ou pelo WhatsApp (82) 999546033.
“As pessoas tem história, elas têm memória e tudo isso não é materializado no dia a dia. Os números aumentam e essas pessoas acabam ficando invisíveis, nós queremos dar notoriedade a essas pessoas. Acreditamos que cada uma dessas histórias merece ser contada com empatia, afeto e respeito” salienta.
Além da plataforma, com o projeto de extensão, histórias das vítimas alagoanas serão contadas futuramente em redes sociais.
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