Favelas da capital estão no alvo da pandemia do novo coronavírus
Lugares estão mais propícios a disseminação rápida do vírus
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) chamou a atenção para um dado importante nesse período de pandemia do novo coronavírus, as pessoas que vivem em favelas e grotas. Segundo estudo, essas comunidades possuem mais chances de proliferar o vírus de maneira mais rápida.
Nos dados fornecidos nesta terça-feira (19) a capital alagoana possui 17,32% domicílios nessas comunidades, o que correspondem a 55.152 residências.
Na última atualização de casos da Covid-19 fornecida pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) bairros que possuem a maior parte dessas comunidades em Maceió estão apresentando um aumento rápido de infectados.
O bairro do Jacintinho possui 166 casos, seguidos do Benedito Bentes com 158, Ponta Grossa com 156, Cidade Universitária com 148, Tabuleiro dos Martins com 144 e Vergel do Lago com 118.
O país tem quase dois terços (64,93%) dos aglomerados subnormais localizados a menos de dois quilômetros de distância de hospitais. A maioria dessas localidades (79,53%) também está próxima, a menos de um quilômetro, de unidades básicas de saúde. Os dados, estimados para o ano de 2019, têm como base o levantamento Aglomerados Subnormais: Classificação preliminar e informações de saúde para o enfrentamento à Covid-19, divulgado pelo IBGE.
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