Jovem presa injustamente ganha liberdade após um ano
Saiu nesta quarta-feira (05) a tão sonhada liberdade da jovem Maiara Alves da Silva, de 28 anos, presa há um ano e dois meses por um suposto envolvimento em um crime.
Maiara foi presa sob acusação de participação na morte de um taxista, em 2014, e condenada a 24 anos de prisão. No inquérito, um dos suspeitos teria citado uma jovem chamada “Maiara do Joaquim Leão”, o que levou à sua prisão.
Na mesma investigação, a jovem apresentou documentos comprovando que não estava em Maceió no período do crime, mesmo assim foi parar na prisão.
Mas no dia 29 de julho tudo mudou com a prisão de Poliana Viana dos Santos, ré processada. Em seu depoimento disse que Maiara Alves não teve participação no crime e estava presa injustamente, e no nome da verdadeira suspeita era Mayra Luzia.
Mayara Luzia foi presa nesta segunda-feira (03) e ao ver a foto de Maiara Alves, afirmou que não a conhecia e que ela não tinha envolvimento com o caso.
“Verifico que a deficiência dos elementos colhidos na fase policial levaram o Ministério Público a denunciar a paciente de forma equivocada, o que, agravado pela deficiência na defesa da ré, levaram a uma condenação flagrantemente injusta” decidiu o desembargador Washington Luiz Damasceno Freitas.
Na decisão do habeas corpus o magistrado classificou com uma “injustiça gritante”o que ocorreu com a jovem.
“O erro do sistema de justiça se mostra evidente, sendo uma injustiça gritante aguardar a propositura de revisão criminal para conceder a liberdade da paciente, quando comprovada a versão da paciente por meio dos documentos anexados aos autos”, proferiu.
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