Judiciário discute aperfeiçoamento e uniformização do atendimento do 180 no Brasil
Acordo de cooperação técnica com o Conselho Nacional de Justiça fará com que o fluxo e o conteúdo das denúncias seja igual em todo o País
O Colégio de Coordenadores da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário Brasileiro se reuniu, virtualmente, para discutir melhorias e uniformização do serviço do 180, número utilizado para atender mulheres vítimas de violência.
A conferência aconteceu na segunda-feira (10), com a participação, por Alagoas, do juiz José Miranda Santos Júnior, sub-coordenador da Coordenadoria Estadual da Mulher do Tribunal de Justiça, coordenada pela desembargadora Elisabeth Carvalho Nascimento.
O juiz José Miranda explicou que o Sistema Integrado Nacional de Direitos Humanos, órgão ao qual o serviço do 180 é vinculado, disponibilizará dados de todo o País sobre as demandas recebidas pelo número.
"A partir da segunda quinzena de agosto vamos ter os dados de onde tem mais chamadas, com informações por classe social, questão racial, tipo de violência, se é física ou psicológica, onde a mulher mora. Então vamos poder tabular os dados e saber como Alagoas está situada, o que a gente pode fazer para melhorar, para fazer com que as mulheres procurem mais o 180", explicou Miranda.
O juiz informou ainda que está prevista a assinatura de um acordo de cooperação técnica com o Conselho Nacional de Justiça, para que o fluxo e o conteúdo das denúncias recebidas pelo 180 seja igual em todo o Brasil.
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