Serviço de Motolância do Samu AL atende mais de 1.300 ocorrências em oito meses
Assistências foram prestadas em Maceió e Arapiraca, entre os meses de janeiro e agosto deste ano
Chegar o mais rápido possível aos pacientes mais graves, vencendo o engarrafamento das grandes cidades e, assim, garantir um atendimento eficiente à população. É com esse propósito que as equipes de motolância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Alagoas são liberadas para as ocorrências em Maceió e em Arapiraca. Nos primeiros oito meses deste ano, as equipes atenderam 1.329 chamados.
O Samu Alagoas possui nove motolâncias, com profissionais formando três duplas na capital e um trio em Arapiraca. As equipes são compostas por técnicos de enfermagem e enfermeiro, que atendem as ocorrências com os equipamentos necessários para prestar os primeiros socorros de forma ágil e eficiente.
Para isso, além de seguirem para o atendimento levando talas de imobilização, soros, desfibrilador externo automático, material para acesso venoso, oxímetro e glicose, os motossocorristas também dispõem de colar cervical. Esses são os mesmos materiais que compõem uma Unidade de Suporte Básico (USB), com exceção da maca e prancha rígida.
De acordo com Fernando Pereira, motossocorrista do Samu Alagoas, as motolâncias são utilizadas para reduzir o tempo de reposta às chamadas, garantindo um atendimento mais ágil para o paciente. “Saímos para as ocorrências em que o tempo é primordial naquele atendimento, principalmente nas situações onde o paciente corre um risco iminente de morte ou pode deixar graves sequelas. E, com os equipamentos que dispomos, conseguimos garantir um suporte básico de vida para aquela vítima, fazendo uma estabilização até a chegada de uma ambulância, que na sequência fará o transporte do paciente até uma unidade de saúde”, explicou o técnico de enfermagem.
Agilidade - Além de garantir mais agilidade nas ocorrências, as equipes de motossocorristas também são liberadas, eventualmente, para fazer a avaliação de alguns casos clínicos e, em determinadas situações, os profissionais conseguem reverter os casos mais simples, evitando que uma ambulância se desloque para o local.
“Somos acionados, principalmente, para as ocorrências de trauma, como as colisões de trânsito, as quedas da própria altura e queda de altura e, ocasionalmente, para os casos clínicos, dando apoio às USBs. Além disso, somos acionados para atendermos vítimas de paradas cardiorrespiratórias, suspeitas de infarto agudo do miocárdio e de AVC [Acidente Vascular Cerebral], como suporte para as equipes das USAs”, disse Fernando Pereira.
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