Após 35 dias de greve, funcionários dos Correios retomam o trabalho em AL
Decisão foi confirmada após assembleia realizada nessa segunda (21)

Após 35 dias de paralisação, funcionários dos Correios voltaram aos trabalhos nesta terça-feira (22). A decisão ocorreu após o Tribunal Superior do Trabalho (TST) julgar o dissídio coletivo ingressado pela empresa e aprovar um reajuste de 2,6% nos salários dos empregados.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios Telégrafos e Similares (Sintect/AL), Alysson Guerreiros, lamentou a decisão. "Nós perdemos nossos direitos trabalhistas conquistados ao longo dos anos. Foram extintas 50 cláusulas trabalhistas, uma perda salarial de 40%", disse.
Com relação aos dias parados, foi decidido que metade do período será descontado em folha e a outra metade será compensada, a fim de beneficiar a sociedade, normalizando o mais rápido possível a entrega de cartas e encomendas.
Nota de esclarecimento dos Correios
Na tarde desta segunda-feira (21), o Tribunal do Superior do Trabalho (TST) julgou o dissídio coletivo ingressado pelos Correios. A corte decidiu que manterá as cláusulas propostas pela empresa, entre elas vale alimentação/refeição, com a inclusão de outras cláusulas de caráter social. O tribunal também determinou a correção salarial em 2,6%.
Sobre os dias parados, foi decidido que metade do período será descontado em folha e a outra metade será compensada, a fim de beneficiar a sociedade, normalizando o mais rápido possível a entrega de cartas e encomendas.
Assim, o TST também determinou que os trabalhadores que aderiram ao movimento paredista retornem aos seus postos, nesta terça-feira (22), sob pena de multa diária de R$ 100 mil às entidades representativas, em caso de descumprimento.
Os Correios seguem executando o plano de continuidade do negócio, com a realização de mutirões de entrega, inclusive em fins de semana e feriados, com o objetivo de reduzir os efeitos da paralisação parcial dos empregados à população.
Adequação à realidade - Desde o mês de julho, os Correios buscaram negociar os termos do Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2021, em um esforço para fortalecer as finanças da empresa e preservar sua sustentabilidade.
Ficou claro que é imprescindível que acordos dessa natureza reflitam o contexto em que são produzidos e se ajustem à legislação vigente.
A empresa agora empreenderá todos os esforços para recompor os índices de eficiência dos produtos e serviços, considerados essenciais, nesse momento em que a população brasileira mais precisa.
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