Estado tem sete médicos cubanos reincorporados ao Programa Mais Médicos
Profissionais cubanos tinham deixado o programa após críticas do presidente Jair Bolsonaro
Mais sete profissionais cubados foram reintegrados ao Programa Mais Médico para trabalhar em Alagoas. A lista saiu no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (05).
Os três homens e quatro mulheres trabalharam nas cidades de Colônia Leopoldina, Inhapi, Junqueiro, Olivença, Pão de Açúcar e em uma comunidade indígena entre o Estado e Sergipe.
De acordo com a portaria, os médicos cubanos atuarão na rede de atenção básica de Manaus e mais 17 municípios do interior do Amazonas, além de Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI).
Em maio deste ano, o Ministério da Saúde já havia concedido o registro único para exercício da medicina a dez profissionais cubanos que foram reintegrados ao projeto Mais Médicos no Amazonas.
Os profissionais de Cuba começaram a deixar o Brasil, após o governo cubano anunciar em novembro de 2018, a saída do Programa Mais Médicos, promovido do Governo Federal brasileiro. Na época, a saída foi justificada pelas "referências diretas, depreciativas e ameaçadoras" feitas pelo então recente presidente eleito Jair Bolsonaro à presença dos médicos cubanos no Brasil.
O governo brasileiro esperava substituir os médicos cubanos por brasileiros formados no Brasil e no exterior, porém, as vagas em áreas distantes dos centros urbanos e, principalmente, no Norte do país não foram preenchidas mesmo depois de várias tentativas.
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