Mais pobres da capital foram os que mais perderam renda durante pandemia
Apesar disso a capital alagoana foi a única do país em que a desigualdade social diminuiu nos últimos anos.
Maceioenses mais pobres e ricos perderam suas rendas durante a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus, apesar disso a capital alagoana foi a única do país em que a desigualdade social diminuiu nos últimos anos.
Os dados foram apresentados em estudo elaborado pelo Observatório das Metrópoles, em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e o Observatório da Dívida Social na América Latina (RedODSAL).
Os mais pobres perderam cerca de 34,4% de sua renda; a classe intermediária, 22,6%; e os mais ricos, 27,2%.
O estudo não considerou, no entanto, o pagamento de benefícios, como o auxílio emergencial e o Bolsa Família, por exemplo. Isso porque a proposta é mostrar qual o nível e evolução das desigualdades resultantes da dinâmica do mercado de trabalho.
A renda média das famílias maceioenses no segundo trimestre do ano ficou em R$ 578,47. Uma queda em relação aos meses anteriores, R$ 720,43.
O levantamento também levou em conta a raça. Brancos tiveram uma renda em média de R$ 888,20; já os negros, R$ 468,44.
Em média, os brasileiros que moram nessas regiões metropolitanas ganhavam R$ 1.039 no quarto trimestre do ano passado. O salário médio passou para R$ 1.024 nos primeiros três meses deste ano e para R$ 965, no entre abril e junho.
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