Ex-juiz e Paulo Cerqueira não têm ligação; vítima acredita em mais envolvidos
Entrevista foi realizada nesta sexta-feira (09)
O ex-juiz Marcelo Tadeu concedeu uma entrevista coletiva, na manhã desta sexta-feira (09), para falar sobre o inquérito da Polícia Federal (PF) que indiciou o delegado-geral da Polícia Civil de Alagoas, Paulo Cerqueira, como mandante da morte do advogado Nudson de Freitas, em 2009. As investigações apontam também que o alvo, na verdade, era Tadeu e que o advogado foi morto por engano.
Vale lembrar que, na época, o inquérito da PC/AL sobre o caso foi presidido pelo próprio delgado Paulo Cerqueira. O novo inquérito, dessa vez da PF, mostra várias inconsistências nas investigações da Polícia Civil e ligações entre ele e Antônio Wendell de Melo Guarniere, apontado como o autor material do atentado.
No entanto, em sua fala, Marcelo Tadeu disse que não tinha nenhum envolvimento com Paulo Cerqueira e que se quer se conheciam antes da investigações.
“Se ele está nisso, não foi ele quem decidiu me matar. Ele não tem nada contra mim. Não tenho raiva de Paulo, nem dos que foram me matar [executores do crime]. Eu tenho raiva é da pirâmide, da parte de cima, dos covardes que mandam matar. Sempre tive suspeitos em mente, mas não posso dizer. Os documentos aí estão dizendo”.
Marcelo Tadeu disse que o planejamento de sua morte pode ter relação com casos que passaram por ele na Justiça, como Gangue Fardada, denúncia na morte do tributarista Sílvio Vianna e a cassação do mandato do então prefeito do município de Olho D’água do Casado, Wellington Damasceno Freitas, irmão do desembargador Washington Luiz.
Ele disse ainda que foi taxado como louco por anos. “Não aguentava olhar para o Poder Judiciário, tinha nojo”.
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