‘Gritos dos excluídos’ reúne religiosos e movimentos sociais em Maceió
Grupo se reuniu na orla lagunar do Vergel do Lago
Manifestações do ‘Gritos dos excluídos’ ocorrem em todo país nesta quarta-feira, 7 Setembro, reunindo religiosos e movimentos sociais. O objetivo é fazer um contraponto às comemorações da independência e chamar atenção para os problemas sociais.
Em Maceió, o grupo de manifestantes se reuniu na orla lagunar do Vergel do Lago no início da manhã.
Em entrevista ao 7Segundos, a coordenadora da Pastoral da Criança, Marilene Hosana, ressaltou a importância das participação das pastorais.
“Vejo como um despertar, um olhar, para necessidade do povo. As pastorais sociais como trabalham com os mais necessitados é uma forma de se organizar, de buscar por políticas públicas de que eles têm direito e são negadas. Vejo também a importância do olhar a igreja, é essa igreja que o Papa Francisco diz. Sobre ir ao encontro do outro, estar com escuta atenta”, disse.
Já o padre Rogério Madeiro, coordenador das Pastorais Sociais, acredita que o movimento reflete a independência, o compromisso com a democracia, e com o Estado Democrático de Direito.
“O grito para questionar a independência quando nós temos o povo que vive à margem, na linha da pobreza, o povo que não tem direito a riqueza que esse país tanto produz”.
Últimas notícias
Jovem de 20 anos é assassinado a tiros na zona rural de São Sebastião
Drogas enterradas são localizadas em imóvel abandonado em Arapiraca
Homem tenta se desfazer de sacola, mas acaba preso por tráfico de drogas em Arapiraca
Homem é baleado na cabeça e na mão durante ataque a tiros em Arapiraca
Turista do Rio de Janeiro é preso suspetio de estupro no Litoral Sul de Alagoas
[Vídeo] Viaturas da Guarda Municipal colidem durante deslocamento na AL-145, em Delmiro Gouveia
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
