Maceioenses podem ficar sem internet após problema na organização de postes
Organização de postes é o principal problema
Segundo notas da assessoria de comunicação da associação dos provedores de Alagoas, a retirada de postes de energia pela Equatorial sem aviso prévio estaria colocando em risco a conexão dos alagoanos.
Com a vinda da Pandemia os alagoanos tiveram que se adaptar a uma rotina quase 100% de home-office ou trabalho em casa transformou a internet em todo o estado, agora as internets de bairro, como são popularmente conhecidas, vieram como uma alternativa aos preços maiores de empresas de grande porte, como Net/Claro e a Vivo. Para a população o preço atrativo e o rápido atendimento se tornaram um diferencial na escolha do plano de dados das suas residências.
No entanto essas empresas de pequeno porte, tem passado por dificuldades advindas de um local inusitado, a Equatorial Energia Alagoas. Segundo nota da Associação dos Provedores de Alagoas a retirada de postes mais antigos de energia que carregam os cabos de fibra ótica responsáveis por levar a internet até as residências, sem aviso prévio, tem causado um alvoroço na associação, devido ao que essa falta de comunicação pode trazer para a população se realizada de maneira irresponsável.
“Nós temos uma boa relação com a Equatorial, há um bom diálogo, mas as ações de retirada sem aviso não só prejudicam as provedoras como também os moradores, vide uma pessoa que trabalha cozinhando em casa e vende pelo IFood, ficar sem acesso a internet é ficar sem renda.” disse Angelo, Presidente da Associação dos Provedores de Alagoas (Aspeal). “O usual é o aviso prévio, mas casos como o que aconteceu em um conjunto no trapiche, em que uma empresa terceirizada removeu os postes sem avisar já ocorreram antes e podem voltar a ocorrer, isso foi um custo de mais de R$10.000,00 valor que provedoras pequenas não podem simplesmente pagar com facilidade.”
Uma boa relação entre os provedores e a Equatorial é importantíssimo para o mantimento dos serviços com poucos problemas, pois como foi dito a pandemia trouxe para a luz o modelo de Teletrabalho, onde pessoas podem trabalhar de qualquer lugar para qualquer lugar, tudo isso com o advento desse sistema remoto, “Todo o meu trabalho gira em torno da internet, eu escrevo para blogs, e-mails, redes sociais, trabalho para uma agência do Rio Grande do Sul remotamente, e agência de publicidade não espera né? É tudo pra ontem, então se eu não puder contar com um serviço bom de internet tudo desanda, podendo me gerar uma série de problemas em um momento que as coisas já não estejam tão boas.” disse Carol Queiroz, publicitária e social media e alguém que precisa de um provedor de confiança.
Segundo dados da Aspeal, até 200.000 pessoas podem ficar sem internet em Maceió se as retiradas dos postes forem feitas sem o aviso prévio e a preparação necessária para que haja uma rápida troca de fiação e se mesmo assim for feito, os provedores de pequeno porte, podem simplesmente desaparecer.
Em nota a equatorial comentou:
Em resposta à matéria veiculada, a Equatorial Alagoas esclarece que no início do mês de junho, a Distribuidora promoveu um Workshop com as empresas de telecomunicações, que atuam em Maceió para orientar sobre o processo de reordenamento de cabos, bem como as normas técnicas e políticas de segurança que devem ser seguidas e o cronograma das ações nas localidades que já foram mapeadas pela empresa.
Desta forma, a Equatorial reforça que os provedores de internet, tv a cabo e telefonia são notificados com antecedência sobre a realização das operações que estão sendo conduzidas pela Equatorial Alagoas, com prazo estipulado para realizarem as adequações junto a Distribuidora. Apenas em caso de não regularização por parte dos responsáveis, há a retirada das redes.
Esta concessionária ressalta ainda, que está aberta para diálogo com a Associação dos Provedores do Estado de Alagoas (Aspeal) para debater melhorias que venham trazer benefícios para a população.
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