Alagoas é o 5° estado do Nordeste que mais mata transexuais
Relatório da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) aponta quatro assassinatos
O Brasil teve 131 pessoas trans assassinadas em 2022, uma média de 11 por mês, segundo relatório anual da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra). As vítimas foram 130 mulheres trans/travestis e 1 homem trans.
Alagoas já ocupou posições piores nos anteriores, como a sexta posição em 2020, com oito mortes; caindo nos anos que seguiram, com 16º posição com 4 e neste ano na 15° com o mesmo número. Já no Nordeste, O Ceará, Bahia, Pernambuco e Sergipe ocupam as primeiras posições.
Um dos casos registrados, ocorreu em janeiro do ano passado, no bairro do Tabuleiro do Martins, em Maceió. Jasmine da Silva, de 20 anos, foi encontrada morta a golpes de arma branca.
O número de assassinatos em 2022 ficou abaixo dos 140 contabilizados no ano anterior, mas acima da média da série histórica iniciada em 2008, que é de 121 mortes por ano. A série inclui dados contabilizados pelo Grupo Gay da Bahia, até 2016, e pela Antra, que começou a produzir um dossiê dos assassinatos em 2017.
A Antra explicou que o número de assassinatos pode ser maior porque não existem dados oficiais sobre a violência contra essa população no Brasil. Pelo 14º ano, o país continua sendo o que mais mata pessoas trans no mundo.
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