STJ nega pedido de liberdade para PM acusado de matar empresário italiano no Francês
Este pedido já havia sido negado na instância estadual na semana passada, porém, sob outra argumentação
Em última instância, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou o pedido de liberdade para o policial militar da reserva, José Pereira da Costa, acusado de matar o empresário italiano, Fábio Campagnola, no Francês, em Marechal Deodoro. O assassinato aconteceu em janeiro deste ano.
Segundo a defesa, o PM estaria passando por constrangimento ilegal por excesso de prazo, uma vez que ele está preso há seis meses, sem que sequer tenha iniciado a instrução criminal, que é a fase processual penal destinada a deixar o processo em condições para o julgamento.
O relator do processo, o ministro Reinaldo Soares da Fonseca, negou o pedido e ainda ressaltou que compete à defesa a demonstração de maneira inequívoca, por meio de documentos, da suposta existência de constrangimento ilegal imposto a José.
Este pedido já havia sido negado na instância estadual na semana passada, porém, sob outra argumentação. No último dia 13, a juíza Fabíola Feijão, da 2ª Vara de Marechal Deodoro, não acatou a justificativa para a soltura, à época baseada em um problema de saúde.
A primeira audiência de instrução do caso foi marcada para o próximo dia 4 de julho.
O caso
Fabio Campagnola, de 51 anos, foi morto a tiros no dia 3 de janeiro após uma discussão entre ele e o PM sobre a instalação de um carrinho de churros, na porta da sorveteria do italiano. Toda a briga, incluindo a parte do assassinato, foi flagrada por câmeras de segurança no local.
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