Rodrigo Cunha articula nova lei que garante fardamento de graça para alunos da rede pública
O projeto aguarda sanção da Presidência da República e contou a articulação e com empenho integral do senador em prol de sua aprovação
O plenário do Senado Federal aprovou um projeto de lei que obriga estados e municípios a fornecerem gratuitamente uniforme escolar aos alunos das escolas públicas alagoanas e brasileiras em todas as etapas da educação básica nacional. Relatado pelo senador Rodrigo Cunha (Podemos), o projeto aguarda sanção da Presidência da República e contou a articulação e com empenho integral do senador em prol de sua aprovação.
“Alagoas lidera índices extremamente negativos relacionados à educação, entre eles a evasão escolar e o analfabetismo. E o propósito desse projeto é justamente ajudar a diminuir a desigualdade social ainda tão presente na realidade dos nossos jovens, apoiando a permanência destes na sala de aula. Nossos estudantes precisam de vestimentas e de calçados adequados para frequentarem a escola com mais dignidade. Para quem não precisa, estes itens podem parecer de pequena importância. Mas para a maioria de nossa população, formada de gente humilde e trabalhadora, eles fazem grande diferença no cotidiano escolar de seus filhos”, destacou Rodrigo Cunha.
“Vamos agora fazer um esforço concentrado para buscar a sanção o mais rápido possível desta matéria. Já estamos contatando, inclusive, o Ministério da Educação e, especialmente, a Casa Civil da Presidência para acelerar esta sanção. Claro que só fornecer fardamento completo aos alunos não soluciona os problemas da educação em Alagoas e no Brasil. Mas a materialização desta lei é mais um passo, mais uma conquista e mais um avanço na educação pública nacional. Defendo esta bandeira no Senado e seguirei lutando por educação de qualidade para toda nossa gente”, reiterou o parlamentar.
O texto aprovado com a relatoria de Cunha altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que já incumbe os estados e municípios de fornecerem aos estudantes da rede pública material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde. A proposta também prevê que os programas suplementares de alimentação, uniforme escolar, assistência médico-odontológica, farmacêutica e psicológica, além de outras formas de assistência social, não sejam considerados despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino.
Últimas notícias
Advogado sustenta que queda de criança foi acidente e questiona provas da acusação no júri
MPAL promove reunião com órgãos estaduais para discutir direitos humanos e cidadania nas escolas
IMA diz que mortandade de peixes em Jequiá da Praia foi provocada por ações humanas
Polícia Militar flagra extração irregular de minério durante Operação Onda Verde
Marginal do Piauí, com recursos articulados por Arthur Lira, impulsiona desenvolvimento em Arapiraca
Ivete Sangalo é internada em hospital em Salvador; saiba detalhes
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Secretário da Fazenda de Maceió cria dificuldades para pagar fornecedores
Planalto confirma 13º infectado em comitiva com Bolsonaro
Indústria brasileira do setor alimentício terá fábrica em Rio Largo
