Alfredo Gaspar solicita explicações ao Itamaraty sobre os gastos exorbitantes com viagens internacionais de Lula
O deputado federal Alfredo Gaspar (União - Alagoas) exigiu esclarecimentos do Ministério das Relações Exteriores a respeito do número excessivo e dos valores gastos em viagens presidenciais em 2023. O requerimento busca transparência para elucidar informações veiculadas pela imprensa, que indicam um total de 62 dias de viagens internacionais, com gastos diários no exterior de R$ 1 milhão.
“Em um ano (2023) em que este Congresso Nacional foi guiado por proposições do Executivo com o objetivo de melhorar a economia do país, especialmente no contexto do ajuste fiscal, mas também visando aumentar a arrecadação, surpreendem os valores investidos em viagens internacionais oficiais, ainda que delas tenham resultado benefícios à população, os quais temos total interesse em conhecer. O valor diário de gastos de R$ 1 milhão, divulgado pela reportagem do site Poder 360, é alarmante e preocupante”, declarou Alfredo Gaspar.
Por meio do requerimento protocolado na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, o parlamentar busca obter um panorama completo das missões internacionais do chefe do Executivo, incluindo justificativas para os gastos efetuados e os resultados alcançados, tanto no aspecto financeiro quanto no político.
“Como membro da CREDN, devo investigar não somente os gastos desnecessários, mas também essa alteração de direção na diplomacia do governo brasileiro. Tenho observado o Brasil se alinhando claramente a ditaduras como a Venezuela e a Rússia, além de apoiar os terroristas do Hamas. É essencial entender qual é a política externa do governo federal e quais serão suas consequências para o país. Por isso, aproveitei essa oportunidade para solicitar, de forma detalhada e documentada, esses custos elevadíssimos que têm sido financiados pelo cidadão brasileiro”, afirmou.
No documento, o deputado Alfredo Gaspar questiona ainda a postura da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, que, em nota, mencionou o Brasil como um “pária internacional” durante o governo anterior. “É necessário saber se o Ministério das Relações Exteriores concorda com essa declaração da Secom ou se estão utilizando a pasta para fazer política partidária. Eles têm muito a explicar”, colocou o parlamentar alagoano. “Não basta o governo dizer que conseguiu investimentos. Quero ver algo concreto, que realmente represente um retorno para o país”.
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