Durante CPI, Rodrigo cobrou que PF avançasse nas investigações contra a Braskem
Com operação da PF deflagrada hoje, senador pediu avanço da investigação

Durante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Braskem, concluída nesta semana no Senado Federal, o senador Rodrigo Cunha fez reiteradas vezes a cobrança para que a Polícia Federal desse andamento e concluísse o inquérito que apura as condutas criminosas dos envolvidos no crime ambiental cometido pela mineradora em Maceió.
No vídeo abaixo, na última sessão da CPI, o senador alagoano reiterou a sua cobrança.
Com a operação da Polícia Federal que cumpriu nesta sexta-feira (24) novo mandado de busca e apreensão contra a Braskem, o senador, mais uma vez, pediu o avanço desta investigação policial e sua conclusão com celeridade. A ação desta sexta fez parte da segunda fase da operação Lágrimas de Sal, que investiga o afundamento de bairros causado pela mineração de sal-gema feita pela empresa.
“Nas sessões da CPI sempre cobrei o andamento deste inquérito pela Polícia Federal, uma vez que ele está aparentemente parado há 5 anos. A CPI cumpriu seu papel, e eu confio no trabalho diligente e sério da PF, porém esta atuação da polícia vai tornar ainda mais robusta a responsabilização da Braskem. Certamente vai somar, em muito, para que consigamos mais reparações e indenização justa às famílias vítimas deste crime ambiental”, disse o senador.
O mandado executado nesta sexta-feira foi expedido pela Justiça de Alagoas e cumprido na casa de um dos investigados. Os policiais apreenderam um celular, notebook e pen drives. A PF procura de novos indícios que comprovem a falsidade total ou parcial de dados apresentados em relatórios e laudos topográficos as entidades fiscalizadoras com objetivo de ocultar o processo de afundamento em andamento.
A Polícia Federal investiga suspeitos de praticarem os crimes de poluição qualificada, usurpação de recursos da União, apresentação de estudos ambientais falsos ou enganosos, inclusive por omissão, entre outros delitos, conforme a participação de cada um nos fatos apurados. Eles podem responder pelos crimes de poluição qualificada, usurpação de recursos da União, apresentação de estudos ambientais falsos ou enganosos, inclusive por omissão, entre outros delitos.
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