Acusado de mandar matar companheira vai a júri popular nesta terça (28)
Réu será julgado por homicídio qualificado; crime teria sido motivado por suposta traição
O réu Silvano do Nascimento Passos, acusado de mandar matar Maria Rita Correia da Silva, em 1999, vai a júri popular nesta terça (28). O réu mantinha um relacionamento com a vítima e motivado por uma suposta traição mandou matá-la.
O acusado será julgado por homicídio qualificado pelo Tribunal do Júri, a partir das 8h, no Fórum do Barro Duro. O julgamento será conduzido pelo juiz José Braga Neto, da 8ª Vara Criminal de Maceió.
Segundo os autos, Silvano planejou a morte de Maria Rita contratando um outro rapaz para cumprir o plano. O crime aconteceu no bairro do Tabuleiro dos Martins, em Maceió, em um terreno baldio, localizado nas proximidades de armazéns de açúcar.
O caso
Consta no processo que, em 1º de junho de 1999, a vítima foi morta mediante o uso de instrumento contundente, que provocou várias perfurações na região da face. Maria foi atraída pelo companheiro para se encontrar com o executor do delito.
De acordo com os autos, Silvano teria pago R$ 200 e uma radiola em troca do serviço. O corpo da vítima foi encontrado dez dias após o ocorrido, enterrado em cova rasa.
Veja também
Últimas notícias
Carro colide com poste na Avenida Comendador Gustavo Paiva, em Jacarecica
Globo de Ouro 2026: tudo sobre a premiação que indicou "O Agente Secreto"
Suspeito de assalto é detido após ser flagrado portando arma de fogo na Cidade Universitária
PM flagra crimes de tráfico e cativeiro ilegal de aves silvestres
Homem é preso por agredir mulher e filho de 1 ano na Cidade Universitária
[Vídeo] João Gomes chora ao receber presentes das filhas de Kara Véia antes de show em Maceió
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Cobranças abusivas de ambulantes em praias de AL geram denúncias e revolta da população
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Corpo encontrado no Bosque das Arapiracas apresentava sinais de violência
