Polícia investiga incêndio culposo em caso de prédio que desabou em Maceió
Instituto de Criminalística deve concluir perícia em dez dias
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) já iniciou as investigações sobre a explosão que provocou o desabamento de um prédio no Residencial Maceió I, no bairro Cidade Universitária, na madrugada desta quinta-feira (07). O grave acidente causou a morte de três pessoas e deixou outras cinco feridas, até o momento. Preliminarmente, a linha de investigação seria um incêndio culposo, quando não há a intenção de se provocar o fogo.
Em entrevista a uma emissora de TV local, o delegado Sidney Tenório disse que a polícia esteve no local da explosão nas primeiras horas da manhã e que constatou um forte cheiro de gás. De acordo com o delegado, testemunhas relataram que uma das vítimas fatais, Gilvan da Silva, seria vendedor de churros, e possuía diversos botijões de gás armazenados na sua residência.
A presença de tantos botijões em um único apartamento pode explicar a razão da explosão ter sido tão potente. Ainda segundo relato dado preliminarmente à polícia por testemunhas, Gilvan possuía um botijão de gás maior que abasteceria os outros menores de maneira irregular, fato que pode ter provocado vazamento de gás.
O delegado informou que a perícia, feita no local pelo Instituto de Criminalística (IC), deve ser concluída e o laudo enviado para a Polícia Civil em um prazo de até 10 dias. Até lá, a delegada responsável pelo caso, Cássia Mabel, seguirá com as investigações. As primeiras testemunhas já foram intimadas e devem começar a ser ouvidas já a partir da próxima semana.
Tenório disse que se for comprovada a culpa da vítima fatal, Gilvan da Silva, a polícia deve optar pela exclusão da culpabilidade, uma vez que o responsável também morreu no acidente. Caso fique provado o envolvimento de outras pessoas na causa da explosão, a polícia irá indiciar os suspeitos.
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