Criminosos morrem em troca de tiros com a polícia durante operação de combate ao tráfico de drogas
Dois suspeitos receberam à polícia com violência e acabaram não resistindo ao revide
Durante a deflagração da megaoperação Cerbereus, ação integrada entre a SSP, Polícias Civil e Militar com o objetivo de desarticular organizações criminosas envolvidas com o tráfico de drogas e outros crimes em Maceió, Satuba e Marechal Deodoro, dois suspeitos acabaram morrendo em troca de tiros com as forças de segurança pública.
A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação da SSP/AL. Segundo a instituição, durante o cumprimento dos mandados em duas localidades, os dois criminosos efetuaram disparos de arma de fogo contra as guarnições, que revidaram à injusta agressão. "Na troca de tiros, os suspeitos ficaram feridos, foram socorridos, mas não resistiram", informou a nota.
O delegado responsável pelo caso, Igor Diego, deve divulgar mais informações sobre a operação no final desta manhã.
Ao todo, estão sendo cumpridos 40 mandados judiciais, sendo 13 de prisão, 24 de busca e apreensão e três medidas cautelares. As ações ocorrem simultaneamente em mais de dez bairros da capital alagoana, além de municípios de Satuba e Marechal Deodoro.
As investigações, conduzidas ao longo de aproximadamente 10 meses pela Delegacia de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO), da Polícia Civil, em parceria com a Diretoria de Inteligência da Polícia Militar (DInt), identificaram três grupos criminosos distintos que atuavam de forma estruturada na prática do tráfico de entorpecentes, porte ilegal de armas de fogo e outros crimes. As atividades ilícitas concentravam-se, principalmente, nos bairros do Feitosa, Jacintinho e Benedito Bentes, gerando instabilidade social e insegurança para a população.
A operação recebeu o nome de Cerberus por concentrar e executar, de forma simultânea, três investigações independentes, com o objetivo de cercear as atividades criminosas, apreender materiais ilícitos e enfraquecer a atuação dessas organizações, ampliando a sensação de segurança, sobretudo na capital.Os mandados foram representados pela DRACCO com base nas provas técnicas produzidas ao longo da investigação e expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital.
Para o cumprimento das ordens judiciais, estão sendo empregados aproximadamente 140 policiais. Pela Polícia Militar, participam efetivos do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), Companhia de Policiamento de Choque, Ronda Ostensiva Tática Motorizada (ROTAM), Ronda de Ação Intensiva Ostensiva (RAIO), Regimento de Polícia Montada (RPMON), Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran), Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), além do 5º, 12º e 13º Batalhões.
Já a Polícia Civil conta com agentes da Seção de Capturas da Delegacia de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO), do Tático Integrado de Grupos de Resgates Especiais (TIGRE), da Operação Policial Litorânea Integrada (OPLIT), da Divisão Especial de Investigações e Capturas (DEIC/DECOR) e da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (DRN).
A operação também tem o apoio do Departamento Estadual de Aviação (DEA).
A SSP-AL reforça que a população é uma importante parceira no enfrentamento à criminalidade e pode contribuir com o trabalho das forças de segurança por meio de denúncias anônimas sobre homicídios, tráfico de drogas, roubos e organizações criminosas. O Disque Denúncia 181 funciona gratuitamente, com garantia de sigilo absoluto.
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