Operação cumpre mais de 20 mandados contra suspeitos de homicídio em Maceió e região
Ação da DHPP visa cumprir 21 mandados de prisão, busca e apreensão
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) deflagrou uma operação nas primeiras da manhã desta quarta-feira (22), com objetivo de prender suspeitos de envolvimento de crimes de homicídios ocorridos em Maceió e na Região Metropolitana da capital alagoana. A ação visa cumprir 21 mandados de prisão, busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, um dos homens preso na operação, é suspeito de envolvimento no assassinato do jovem Antônio Gerson Barros Correia, de 28 anos de idade, em novembro de 2025, bairro de Ponta da Terra, em Maceió.
O crime ocorreu quando a vítima, Antonio Gerson Barros, junto o seu irmão, estava em frente a uma barbearia para negociar uma compra de aparelho celular quando três suspeitos se aproximaram em duas bicicletas e dispararam diversos tiros de arma de fogo contra Antonio Barros, sem possibilidade de defesa.
A operação ainda está em andamento e está sendo feita por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), coordenada pela delegada Tacyane Ribeiro. A ação contou com a participação das equipes dos Segmentos da DHPP, da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE/PCAL) e Polícia Militar.
Veja também
Últimas notícias
Flávio Bolsonaro diz que Zema seria “um grande vice” e afaga Tarcísio
Operação Retomada prende quatro suspeitos e apreende armas em Matriz de Camaragibe
Presidente Chico Filho determina recadastro geral de servidores efetivos e comissionados na Câmara Municipal
Lula visitará Recife, Salvador e Rio de Janeiro no Carnaval
Furto volta a afetar abastecimento de água em Riacho Doce, em Maceió
Caminhão que transportava combustível tomba na AL-220, em Jaramataia
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
