Cibele Moura reforça solicitação por fones antirruídos em órgãos públicos e destaca inclusão de pessoas autistas
Para Cibele Moura, a iniciativa dos fones antirruídos é mais um passo na construção de políticas públicas verdadeiramente inclusivas
A deputada estadual Cibele Moura reforçou o pedido ao Governo de Alagoas para a disponibilização de fones antirruídos em repartições públicas e locais de atendimento à população, como forma de garantir mais conforto e acessibilidade para crianças e adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
A solicitação foi feita por meio de Indicação protocolada na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), neste mês de janeiro, e propõe que os abafadores de som estejam disponíveis nas salas de espera e demais ambientes de uso coletivo.
Segundo a parlamentar, o excesso de ruído em espaços públicos ainda é uma das principais barreiras enfrentadas por pessoas autistas no acesso a serviços básicos.
“Muitos autistas deixam de buscar atendimento em órgãos públicos porque o barulho causa sobrecarga sensorial e crises de ansiedade. Um item simples como o fone antirruído pode fazer toda a diferença para garantir dignidade, autonomia e inclusão no dia a dia dessas pessoas”, afirmou Cibele Moura.
A defesa dos direitos das pessoas com TEA é uma das principais bandeiras do mandato da deputada. Cibele é autora do projeto de lei que cria o Código de Defesa do Autista Alagoano, atualmente em tramitação na ALE, que prevê uma série de garantias, como a capacitação contínua de profissionais das áreas de saúde e educação.
A parlamentar também foi relatora, na Comissão de Constituição e Justiça, presidida por ela, da lei que proíbe, em todo o território alagoano, o comércio, transporte, manuseio e uso de fogos de artifício com estampido, além de ser autora da legislação que impede o Estado de adquirir e utilizar fogos com barulho.
Para Cibele Moura, a iniciativa dos fones antirruídos é mais um passo na construção de políticas públicas verdadeiramente inclusivas. “A acessibilidade não é favor, é direito. Precisamos adaptar os espaços públicos para que todas as pessoas possam exercer sua cidadania plenamente”, concluiu.
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