EUA acusa iranianos de hackear professores universitários para roubar pesquisas
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos acusou, nesta sexta (23), nove cidadãos iranianos de "conduzir uma campanha coordenada de ciber-intrusão em sistemas de computadores de 144 universidades dos Estados Unidos". Os acusados ainda teriam acessado indevidamente "176 universidades estrangeiras em 21 países, 47 organizações do setor privado" e uma série de orgãos governamentais dos EUA.
De acordo com o departamento, os iranianos trabalhavam para o Mabna Institute, uma empresa fundada por dois deles. Essa empresa, por sua vez, havia sido contratada pelo Corpo de Guarda Revolucionária (IRGC) do Irã, um dos órgãos de inteligência do governo iraniano. O papel do IRGC, conforme descrito pelo departamento, é semelhante ao da CIA nos Estados Unidos.
Além do governo iraniano, o Mabna Institute também teria oferecido seus serviços a universidades interessadas na obtenção de dados de pesquisa de instituições estadunidenses. No total, os acusados teriam obtido, de maneira ilegal, mais de 31 terabytes de dados de universidades e professores dos EUA. Segundo o Gizmodo, esses dados teriam um valor total de US$ 3,14 bilhões (R$ 10,39 bilhões).
Mais de 8.000 professores e funcionários de universidades do mundo todo teriam tido suas contas comprometidas pelos hackers. Os nove iranianos são acusados de sete crimes diferentes, incluindo fraude e roubo de identidade - mas o departamento ressalta que são considerados inocentes até e se sua culpa for provada. De acordo com a CNBC, o Departamento do Tesouro dos EUA também publicou sanções economicas contra o Irã por causa da suposta atividade criminosa de seus cidadãos.
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