Bebianno nega que atacará Bolsonaro e diz que 'o Brasil não merece isso'
Ministro diz que espera desfecho para repor a verdade mas afirma que presidente não será atingido por suas declarações
O ministro Gustavo Bebianno, da Secretaria-Geral da Presidência, diz que aguarda um desfecho de sua situação no governo para então "esclarecer a verdade". Ele deve ser demitido por Jair Bolsonaro na segunda (18).
"Eu não vou sair com pecha de bandido, de patrocinador de laranjais ou de traidor", diz Bebianno, que pretende dar entrevistas à imprensa depois de deixar o cargo.
Ele nega, no entanto, que sairá disparando contra o governo_coordenador da campanha presidencial de Bolsonaro, o ministro seria o detentor de segredos importantes que, revelados, poderiam abalar a permanência dele no comando do país.
"Eu não vou fazer isso. O Brasil não merece. Eu não tenho nada a declarar sobre o presidente", afirma.
Neste domingo (17), o jornal O Globo noticiou que ele teria dito que Bolsonaro é
"uma pessoa louca, um perigo para o Brasil".
Bebianno nega "veementemente. Nunca falei nada parecido sobre o presidente".
"Estou triste com a situação, mas não chamei ele de louco nem nada. Agora é o momento de esfriar a cabeça, buscar o equilíbrio e olhar para o futuro, olhar para o país", afirma.
Veja também
Últimas notícias
Flávio Bolsonaro diz que Zema seria “um grande vice” e afaga Tarcísio
Operação Retomada prende quatro suspeitos e apreende armas em Matriz de Camaragibe
Presidente Chico Filho determina recadastro geral de servidores efetivos e comissionados na Câmara Municipal
Lula visitará Recife, Salvador e Rio de Janeiro no Carnaval
Furto volta a afetar abastecimento de água em Riacho Doce, em Maceió
Caminhão que transportava combustível tomba na AL-220, em Jaramataia
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
