Bolsonaro nega responsabilidade pelo fim da parceria com Cuba no Mais Médicos
Em 13 de fevereiro deste ano, o Ministério da Saúde informou que todas as 8.517 vagas deixadas pelos cubanos no programa
O presidente Jair Bolsonaro negou, na manhã deste domingo (12), que tenha sido responsável pelo fim da parceria com Cuba no programa Mais Médicos. “Quem acabou com os Mais Médicos não fui eu. Eles resolveram bater em retirada. Antes de eu assumir, o ditadorzão de Cuba chamou a galera de volta”, afirmou.
Segundo Bolsonaro, a única exigência agora é a realização do Revalida, exame nacional exigido por formados no exterior que queiram exercer a medicina no país, para que seja possível confirmar se os profissionais que ficaram no país são efetivamente médicos. “Temos aproximadamente dois mil médicos cubanos que não temos comprovação se são médicos ou não. Se não passar no Revalida, médico não vai ser.”
Rompimento da parceria com o governo de Cuba
A ilha rompeu o acordo que havia firmado com o Brasil em novembro, logo após a eleição de Jair Bolsonaro. O governo de Cuba alegou “referências diretas depreciativas e ameaçadoras” ao programa pelo então candidato para justificar a saída. O presidente havia exigido que os profissionais que tralhavam no país fizessem testes de capacidade e recebessem salário integral pelo ofício.
Em 13 de fevereiro deste ano, o Ministério da Saúde informou que todas as 8.517 vagas deixadas pelos cubanos no programa Mais Médicos foram preenchidas por profissionais brasileiros. Os médicos ocuparam as vagas deixadas pelos cubanos em 667 dos mais de 4 mil municípios onde o programa funciona.
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