Servidores de Campestre e Colônia Leopoldina receberam auxílio irregularmente
Funcionários públicos de Jundiá também receberam indevidamente
Servidores públicos dos municípios de Campestre, Colônia Leopoldina e Jundiá receberam indevidamente o auxílio emergencial do Governo Federal. É o que aponta nesta terça-feira uma lista atualizada da Controladoria Geral da União (CGU), Tribunal de Contas do Estado de Alagoas (TCE/AL) e o Ministério Público de Contas de Alagoas.
De acordo com os órgãos, mais de 20 mil servidores em todo o Estado tiveram acesso a ajuda emergencial do Governo Federal irregularmente. Os números apontados nas três cidades da Mata Norte de Alagoas são: Campestre (88), Colônia Leopoldina (282) e Jundiá (55).
Na primeira lista divulgada na semana passada, o número estava em 10 mil, mas os números estão atualizados a medidas que as prefeituras estão encaminhando suas listas de servidores. A CGU aponta que o rombo nos cofres públicos chega a R$ 13 milhões.
Do Governo do Estado até o momento, foram detectados 2.100 servidores. Já entre as prefeituras, Maceió lidera a lista com 1283, seguida de Campo Alegre (1110) e Teotônio Vilela (1045). Ao todo são 70 cidades que possuem servidores nos poderes Executivos e Legislativos recebendo os R$ 600.
O auxílio
O benefício foi criado para diminuir os impactos da pandemia de coronavírus na população de baixa renda. O auxílio começou com três e passou para cinco parcelas de R$ 600, mas esse valor sobe para R$ 1.200 nos casos de mães responsáveis pelo sustento da família.
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