Lutador de judô de Porto Calvo sonha reencontrar mãe
Fábio da Silva Lima também deseja conhecer o pai
Ele luta nos tatames, mas também há uma luta que trava há 25 anos: reencontrar a mãe. Essa é a história do lutador de judô que vive na cidade de Porto Calvo, Fábio da Silva Lima, de 36 anos de idade. O atleta também deseja conhecer o pai.
Fábio da Silva Lima atualmente trabalha como representante comercial e sonha muito encontrar com sua mãe Sônia Cristina de Lima. Assim que ele nasceu foi criado pelos avós maternos Luiz Manoel de Lima e Joana Maria da Silva (madrasta de Sônia). Seus pais adotivos moravam na Rua da Jaqueira, em Japaratinga.

O atleta, que também luta jiu-jítsu, lembra da última vez que teve contato com a mãe há 25 anos. “Ainda tenho lembranças que fui passar minhas férias na casa dela em Maceió, eu tinha uns 9 anos. Na época ela morava nas proximidades da rodoviária de Maceió e ela trabalhava em uma escolinha particular”, informou.
As lembranças das férias escolar que passou na casa da mãe ainda ecoam na vida dele. “Minha mãe já tinha um filho com uma diferença de uns cinco anos mais novo que eu. Sempre tive muita vontade de reencontrar ela para saber como ela e meu irmão estão”, disse.
O judoca enfatizou que reencontrar a mãe significa muita coisa na sua vida. “Uma realização em todos os sentidos. Pois sempre tive vontade de saber como ela e meu irmão estão hoje. Quero muito que ela conheça meus filhos”, ressaltou que é casado e tem dois filhos: Luiz Guilherme (12 anos) e Manoel Petrúcio (sete anos).

Fábio da Silva Lima contou ainda que assim que o avô Luiz Manoel de Lima morreu, a avó voltou para Porto Calvo, Rua Simão Alves (Centro). Quando Joana Maria da Silva também faleceu, ele morar com uma mulher na fazenda Oriente, que também lhe criou, identificada como Amara Maria. Atualmente ele mora no bairro Antarctica.
Pai
Desde que nasceu, Fábio da Silva Lima nunca teve notícias do seu pai. Ele também procura saber sobre quem é seu pai. “Nunca soube nada dele, pois, assim que nasci fui adotado pelos meus avós. Ela [mãe] nunca falou pra eles e se falou, eles morreram sem me contar. Creio que encontrando ela [mãe], essa é uma das perguntas que irei fazer pra ela”, disse. Quem tiver informações pode entrar em contato com ele por meio do número: (82) 9 91006093.

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