Lula diz ser 'urgente' que países não envolvidos no conflito negociem paz entre Rússia e Ucrânia
Guerra entre os países completa um ano nesta sexta-feira (24)
No dia em que a guerra entre a Rússia e a Ucrânia completa um ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender uma negociação que envolva a comunidade internacional para cessar o conflito. A guerra na região já matou mais de 300 mil pessoas, segundo fontes militares consultadas por mídias europeias.
"É urgente que um grupo de países não envolvidos no conflito assuma a responsabilidade de encaminhar uma negociação para restabelecer a paz", comentou Lula nas redes sociais, nesta sexta-feira (24).
O presidente brasileiro se pôs à disposição para mediar o conflito. No final de janeiro, ele afirmou que a Rússia estava errada por ter invadido a Ucrânia. Entretanto, em seguida, reforçou que Kiev também tem responsabilidade na guerra.
“Quando um não quer, dois não brigam. É preciso que queiram paz. Até agora, tenho ouvido muito pouco sobre como encontrar paz para a guerra”, ressaltou Lula. Na ocasião, o petista criticou até a Organização das Nações Unidas (ONU) e cobrou da entidade um maior empenho nas questões relacionadas a conflitos geopolíticos.
Nesta quinta-feira (23), na Assembleia-Geral da ONU, o Brasil acompanhou outros 140 países e votou a favor de pedido de retirada russa do solo ucraniano. O texto foi rejeitado por outros 32 países e sete se abstiveram. O Brasil foi o único país dos Brics — bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul — a votar favoravelmente na resolução pelo fim do conflito.
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