Ex-Grêmio e Seleção Brasileira, Douglas Costa tem prisão decretada por pensão alimentícia
Jogador teve contrato rescindido com Sydney FC, da Austrália, nesta quarta-feira (17)
O ex-jogador do Grêmio e da Seleção Brasileira Douglas Costa, de 35 anos, teve prisão decretada pela 6ª Vara de Família de Porto Alegre por falta de pagamento de pensão alimentícia dos filhos. A dívida total é de R$ 492.965,29, conforme documento ao qual o g1 teve acesso.
Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre o cumprimento do mandado de prisão. Atualmente, Douglas Costa estava no Sydney FC (Austrália), mas o clube anunciou a rescisão de contrato em suas redes sociais nesta quarta-feira (17).
O processo tramita em segredo de Justiça. A prisão tem duração de 30 dias. O mandado tem validade de dois anos e determina que o atleta seja preso por qualquer oficial de Justiça ou autoridade policial. A decisão é assinada pela juíza Sonali da Cruz Zluhan.
O advogado Sérgio Queiroz, responsável pela defesa de Douglas Costa, informou que não irá se manifestar sobre o caso "em razão de se tratar de questões pessoais do cliente".
Em 2023, o jogador já havia tido a prisão decretada pelo mesmo motivo. Na época, ele atuava no Los Angeles Galaxy, dos Estados Unidos.
Veja também
Últimas notícias
Concatedral de Arapiraca inicia reforma e desmente boatos sobre construção de comércios
Traipu conquista Selo Prata no Compromisso com a Alfabetização
Caixa começa hoje a pagar Bolsa Família de fevereiro
Arapiraca inicia Ciclo 2 da Política de Fomento à Cultura com editais para pareceristas e profissionais para busca ativa
Obra emergencial interdita parcialmente a Av. Assis Chateaubriand
Caso Master: Toffoli diz que ‘jamais recebeu qualquer valor’ de Vorcaro
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
