No Dia dos Avós, neto e avó contam história de vida construída com amor
Avós são sinônimo de afeto, porto seguro, suporte nas dificuldades. Dizem que eles são inclusive, pai e mãe duas vezes por também estarem aptos a educar e auxiliar os filhos de seus filhos. A importância deles é ressaltada na mídia, no dia 26 de julho, Dia dos Avós, data que teria sido adotada em virtude da tradição católica que celebra na mesma data o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e, portanto, avós de Jesus Cristo.
Não são poucos os casos de netos que foram criados pelos avós. Em Arapiraca, conversamos com o administrador Rogério Apolinário, de 30 anos, e sua avó, Maria Gracinda Apolinário, de 72 anos. A história deles merece um livro, mas aqui contaremos um pouquinho de uma relação que foi muito além do tradicional.
Maria Gracinda é a matriarca de uma família de seis filhos, seis netos e dois bisnetos. Natural da zona rural de Taquarana, ela veio morar em Arapiraca, em 1969. Desde então, mora na mesma casa, em uma pequena rua, de um dos bairros mais conhecidos da cidade, no Alto do Cruzeiro. Foi na mesma residência que criou os filhos que hoje recebe netos e bisnetos.
O olhar dela reflete o amor pela vida e pela família. Nele, há bondade. E isso é confirmado pela dedicação e carinho com o qual criou dois netos, Rogério e Débora Apolinário. Como Débora reside em São Paulo atualmente, conversamos apenas com Rogério que se refere à avó como uma mãe. “Não tenho nem como expressar o que ela fez por mim”, diz. Ele passou a morar com a avó aos quatro anos, quando a mãe foi para São Paulo trabalhar.

Foto: Arquivo pessoal
Engana-se quem acha que receber os netos em casa foi um incômodo para Gracinda. “Foi ótimo. Eu criei eles dois. Foi uma maravilha. Os dois nunca me deram trabalho”, explica. Débora foi morar com a mãe, no Sudeste, aos 12 anos já Rogério ficou em Arapiraca e só deixou a casa da vó quando casou. Para o Dia dos Avós, ele não preparou nada de especial. “Na verdade, comemoro com ela o Dia das Mães. ‘Ela é minha mãe”, afirma.
E o amor é absolutamente recíproco. “São dois filhos que criei. Eles foram maravilhosos e ainda estão sendo. Rogério vem aqui quase todos os dias e Débora vem quando dá, pois trabalha em São Paulo”, frisa Maria Gracinda. Quando perguntamos se é verdade que os avós estragam os netos, ela foi enfática: “Não estraguei meus netos. Fiz deles gente”.
Apesar de os dois netos criados com ela já serem adultos, os netos mais novos também não deixam de estar na casa da avó. Quando a reportagem do Portal 7Segundos a visitou, na manhã deste sábado, uma neta, que mora no Canaã, já estava com ela. Além disso, os netos que moram na casa vizinha sempre estão com Maria Gracinda. Um grande coração capaz de amar cada um deles.
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