Inaugurado há 8 meses, Polo Agroalimentar continua fechado em Arapiraca
Cinco meses depois de ser inaugurado, o Polo Agroalimentar, localizado na zona rural de Arapiraca, continua sem utilização. A obra atenderia a cadeia produtiva da mandioca e de hortifruticultura, presente no agreste, com pesquisas e serviços para contribuir com a melhoria da qualidade dos produtos desenvolvidos na região.
De acordo com o reitor da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal), a obra custou cerca de R$12 milhões, sendo R$8 milhões captados junto a Financiadora de Estudos e Projetos do Governo Federal e mais R$4 milhões do Governo Estadual. Quando começou a ser construído, o então prefeito de Arapiraca, Luciano Barbosa, doou o terrono ao estado, através da Uneal.
Em entrevista ao Portal 7 Segundos, Jairo Campos classificou a atual situação do Polo Administrativo como sendo um desperdício de dinheiro público. "Esta obra é de grande importância para a cadeia produtiva da mandioca. Foram investidos milhões que até o momento não houve nenhuma atividade científica realizada. O governo ainda não definiu o modelo de gestão a ser adotado, nem quem irá gerir o Polo", relatou o reitor da Uneal.
A Assessoria de Comunicação da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) informou que recebeu, em janeiro de 2015, a obra do Polo Agroalimentar de Arapiraca com a estrutura física pronta, embora sem nenhum projeto de funcionamento sustentável, mesmo inaugurada em setembro de 2014. Como medida emergencial, fechou parceria com a Prefeitura de Arapiraca, a qual assumiu a segurança do local até ser concluído o processo licitatório da Secretaria com este fim. Também está em negociação com as instituições de pesquisa públicas e privadas para que seus pesquisadores possam utilizar as instalações do Polo e desenvolver trabalhos que atendam às necessidades de melhorias técnicas dos arranjos produtivos locais, tais como a mandiocultura e a hortifruticultura.
Na próxima semana, estará submetendo projeto de reestruturação do Polo Agroalimentar junto ao Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), com o intuito de obter recursos que permitam o funcionamento do Polo de maneira sustentável, atendendo a seus propósitos de contribuir com pesquisas científicas e inovação tecnológica focadas no desenvolvimento sustentável da região agreste de Alagoas.
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