Corrupção afasta oito gestores em Alagoas
Joaquim Gomes, Traipu, Tanque D’arca, Viçosa, Rio Largo, Japaratinga, São Luiz do Quitunde e Coqueiro Seco. Estas são as oito cidades alagoanas onde os gestores aprovados pelo povo durante as eleições de 2012 foram afastados do cargo a pedido do Ministério Público Estadual (MPE) por causa de crimes contra a administração pública. Atualmente, estes municípios estão sendo administrados por prefeitos interinos.
Se for levar em conta a quantidade de gestores que respondem na justiça por crimes de improbidade administrativa, esse número deve subir e muito.
Segundo dados do próprio MPE, as principais irregularidades encontradas pelos promotores de Justiça são apropriação de renda pública, fraude em licitações, contratação de servidores temporários, improbidade administrativa e gasto acima do limite legal de despesa com pessoal.
O problema de Alagoas, e provavelmente de todo o país, é que a corrupção é endêmica por aqui. Segundo o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, o Brasil encontra dificuldade para superar a atual crise pela qual passa. “O principal ponto de fragilidade estrutural do País é a corrupção endêmica, capilarizada, sistêmica”, criticou.
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