Washington "lava roupa suja" e diz que não vai com a cara de Tony Salles
Com o objetivo de colocar pingos nos 'is', o músico Compadre Washington afirmou na tarde deste domingo (20) que "não gosta e não vai com a cara de Tony Salles", vocalista do grupo Parangolé e marido de sua ex-namorada, a dançarina Scheila Carvalho.
"O marido dela... eu não gosto dele mesmo há muito tempo, desde o começo [da carreira], eu não fui com a cara dele. Quero deixar logo claro, porque eu não sou de fofoca", disse Washington durante o programa "Eliana", no SBT. "Então, não é porque ele está com ela, porque os dois são casados, a parada é isso aí", explicou, em seguida.
Washington e Scheila Carvalho tiveram um relacionamento de quatro anos, mas terminaram o namoro na primeira metade dos anos 2000.
Neste domingo, o vocalista do grupo É o Tchan aproveitou ainda para explicar a declaração que teria feito a um repórter, na Bahia, de que "ele odiava Scheila Carvalho" e que a dançarina teria maltratado os seus filhos. Primeiro, o músico admitiu ter feito a declaração, mas, em seguida, voltou atrás e culpou a mídia por ter distorcido a frase.
"Estava num estádio de futebol, vendo o jogo do meu time, faz mais de 10 anos que eu falei isso. E eu larguei essa aí, de que eu não gostava dela, coisa e tal. Na época, a gente tinha acabado de terminar (sic), estava meio quente ainda. Mas não tenho essa coisa de guardar mágoa. Mas não foi assim. Tem coisas que a mídia escreve, você fala uma coisa e a mídia transforma em outra. O cara postou isso daí. Queria até pedir desculpas a ela", encerrou.
Sucessos do grupo
Além de polêmicas pessoais, Compadre Washington e Beto Jamaica relembraram ainda os sucessos do grupo É o Tchan, principalmente nos anos 1990.
Antes de se tornar É o Tchan em 1994, o grupo se apresentava com o nome de Gera Samba e tinha como dançarinas Carla Perez, que hoje é apresentadora do "Clube da Alegria", programa da TV Aratu (afiliada do SBT em Salvador), e Débora Brasil, que virou missionária e cantora gospel da Igreja Missão Mundial do Trono de Deus.
Para se ter uma ideia, o É o Tchan, desde quando era Gera Samba, vendeu de 1992 a 2007 um total de 6 milhões de álbuns no Brasil. Um de seus momentos mais marcantes foi a apresentação realizada no Festival de Jazz de Montreux de 1997, na Suíça.
Mesmo com conotação sexual explícita nas letras das músicas e as coreografias extremamente sensuais, Compadre Washington diz que todos eram "inocentes" e tudo não passava de uma brincadeira. Já a dançarina Sheila Mello, que entrou no lugar de Carla Perez em 1998, por meio de um concurso realizado no "Domingão do Faustão", acredita que o motivo disso seja a "sexualidade latente", do brasileiro, que é passada para a música.
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