Empresas que venderam mas não entregaram medicamentos são punidas
Empresas violaram contrato e deixaram população desassistida
A reestruturação da rede pública de saúde é uma das prioridades do governo Júlio Cezar. E por entender esta necessidade da população, o governo puniu, na semana passada, cinco empresas que prestavam serviços de entrega de medicamentos e correlatos, licitados ainda na gestão anterior, em Palmeira dos Índios, por não cumprir prazos, violar contratos e deixar a população desassistida com a falta dos produtos.
Por este motivo, as empresas L A Dalla Porta Júnior LTDA, Único Mult Equipamentos e Acessórios LTDA- EPP, ABM Hospitalar LTDA-ME, Maceió MED Distribuidora de Produtos Hospitalares e Dea Farma LTDA, sofreram aplicação de multas contratuais e estão impedidas de contratar e participar, por um período de dois anos, de licitações com a atual gestão municipal.
De acordo com o procurador do município Roberto Pontes, as empresas foram notificadas e tiveram um prazo para se defender. “Essas empresas tinham as licitações desde a gestão passada. Mesmo assim, apenas duas fizeram as defesas, mas as ponderações não foram aceitas pela equipe técnica da Secretaria de Saúde, e elas foram submetidas à Procuradoria. Aplicamos a multa por entendermos que a população não podia ser prejudicada com a falta dos medicamentos. A Secretaria teve que fazer uma compra emergencial para que pacientes do Caps AD, por exemplo, não ficassem sem tomar os seus medicamentos”, explicou.
Para o prefeito Júlio Cezar, o compromisso com a saúde é prioridade no governo. “Não poderíamos admitir que isso continuasse acontecendo, em nossa gestão. Não temos compromisso com o erro e tudo que estiver errado, lutaremos para consertar. Cada uma dessas empresas deram justificativas que para nós não serviram. No nosso governo as pessoas sempre estarão em primeiro lugar. E com saúde não se brinca. Que isso sirva de alerta para outras empresas que atuam no nosso governo”, completou o prefeito.
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