Casal flagra irregularidades no consumo de água em estabelecimentos comerciais em Piranhas
Hotéis, pousadas, bares e restaurantes, além de imóveis que estivessem inadimplentes forma vistoriados
A histórica cidade de Piranhas, situada no Sertão de Alagoas à margem do Rio São Francisco, recebeu nesta quinta-feira (7) uma operação surpresa de fiscalização da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), cujo objetivo era flagrar irregularidades que envolviam o consumo de água. Ao todo, 29 situações irregulares foram encontradas.
O foco da operação foi vistoriar estabelecimentos comerciais, como hotéis, pousadas, bares e restaurantes, além de imóveis que estivessem inadimplentes. As principais irregularidades encontradas foram ligações clandestinas de água, religações clandestinas, by pass (o famoso “gato”) e violações nos hidrômetros, principalmente o equipamento na posição invertida.
Todas as irregularidades foram sanadas pelos técnicos da Casal, que estavam distribuídos em sete equipes e com 30 profissionais ao todo. Os consumidores flagrados em situação irregular foram multados e orientados a procurar a gerência da Unidade de Negócio Sertão da Casal em Delmiro Gouveia para se regularizar e solicitar a nova ligação de água.
“Está chegando o verão, o consumo de água aumenta, sabemos que Piranhas é uma cidade turística. Não podemos deixar que poucas pessoas se beneficiem de um consumo exorbitante de água sem pagar o valor adequado. Quem não paga pela água também não a usa com consciência. Além de crime, furto de água é um desrespeito ao meio ambiente e a quem paga a conta corretamente”, pontuou o vice-presidente de Gestão Operacional da Companhia, Francisco Beltrão, que coordenou os trabalhos da fiscalização.
Após o flagrante da fiscalização, alguns clientes foram imediatamente ao escritório da Casal para se regularizar, principalmente os proprietários de estabelecimentos comerciais. A operação também encontrou irregularidades em imóveis residenciais de Piranhas.
“Não podemos saber com exatidão a quantidade de água que foi consumida irregularmente, ou que foi desperdiçada. Mas assumimos o compromisso de continuar com operações desse tipo na região”, acrescentou o vice-presidente da Casal.
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