Eletrobras investe R$ 36 milhões em rede de energia de 30 municípios de Alagoas
Ampliação e reforma de redes de baixa e média tensão
A Eletrobras Distribuição Alagoas informa que investiu mais R$ 36 milhões na ampliação e reforma de redes de baixa e média tensão em 30 municípios do estado. As obras contemplam reforma e extensão da rede elétrica, substituição de postes e instalação de transformadores, medidores e padrões de entrada de energia nas residências.
Desde o início das obras, já foram implantados cinco mil postes, 274 transformadores, realizadas mais de 15 mil ligações seguindo o padrão técnico e de segurança e instalados 17 mil medidores novos.
Além disso, foram feitas a extensão e reforma de mais de 316 quilômetros das redes compactas de média tensão e multiplexadas de baixa tensão. Estes modelos de rede trazem novas tecnologias de materiais e execução, oferecendo mais segurança ao sistema elétrico e à população.
Até o momento, já foram contemplados com as melhorias na rede os seguintes municípios:
Barra de Santo Antônio, Barra de São Miguel, Batalha, Carneiros, Chã Preta, Delmiro Gouveia, Jacaré dos Homens, Jequiá da Praia, Maceió, Major Izidoro, Maravilha, Marechal Deodoro, Matriz de Camaragibe, Murici, Novo Lino, Olivença, Ouro Branco, Pariconha, Paripueira, Piranhas, Poço das Trincheiras, Porto Real do Colégio, Rio Largo, Roteiro, Santana do Ipanema, São Brás, São José da Tapera, Senador Rui Palmeira, Teotônio Vilela e União dos Palmares.
De acordo com o gerente de Obras de redes de Distribuição da Eletrobras, Diogo Ribas, com a implantação de postes novos e das extensões de rede, a população de muitas localidades tem se beneficiado de outros serviços além da energia elétrica, como instalação de iluminação pública e o fornecimento de serviços de internet e telefonia.
“O objetivo da reforma da rede é dar mais segurança e confiabilidade ao sistema elétrico e na redistribuição de cargas, além da regularização de consumidores clandestinos para, melhorar os níveis de fornecimento de energia e, com isso, gerar uma série de benefícios tanto sociais como técnicos”, declara Ribas.
O prazo de conclusão para esse projeto é primeiro semestre de 2018, ação que faz parte do subprojeto Regularização de Unidades Consumidoras em áreas com perdas não técnicas maiores que 50%, desenvolvido desde 2014 pelo Projeto “Energia +” e financiamento do Banco Mundial.
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